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Sucessão Mochi: MDB define apoio a Corrêa e quer Rocha na vice-presidência

Eleição da Mesa Diretora acontecerá no começo de fevereiro de 2019

Rocha é indicado do MDB para ser vice de Corrêa
Com Maisse Cunha

Logo após o fim da sessão desta quarta-feira (5) na Assembleia Legislativa, os três deputados reeleitos do MDB definiram apoio ao deputado Paulo Corrêa, candidato do PSDB à sucessão de Junior Mochi (MDB) na presidência da Casa no biênio 2019-2020.

Além de apoiar Corrêa na eleição da Mesa Diretora da Assembleia, acontecerá no começo de fevereiro de 2019, os deputados emedebistas Marcio Fernandes, Renato Câmara e Eduardo Rocha também querem a vaga de 1º vice-presidente da Casa.

“Os três mosquiteiros vão caminhar juntos, tanto na eleição da Mesa como nos trabalhos da Casa”, disse Eduardo Rocha, líder da bancada do MDB e indicado do partido para disputa da vice-presidência, em referência aos colegas reeleitos.

No 2º turno das eleições de 2018 Rocha destoou da cúpula de seu partido, que declarou aliança ao candidato derrotado do PDT (Juiz Odilon), e fez campanha para Reinaldo Azambuja (PSDB).

“A eleição não é uma chapa inteira, é cargo por cargo”, explicou Eduardo Rocha, que revelou ainda que MDB e PSDB já haviam conversado sobre a eleição da Mesa Diretora, mas sem definições, pelo menos até esta quarta-feira.

Orgulhoso

Corrêa, que esteve na reunião da bancada do MDB, mostrou otimismo com o apoio recebido do MDB para suceder Mochi no comando da Assembleia, e prometeu conversar com deputados eleitos para garantir novos apoios.

“Tenho muita satisfação em ter o Eduardo e o MDB comigo. Fico muito contente com a indicação do partido (de Rocha para ser 1º vice-presidente), já que temos liberdade suficiente para presidirmos a Casa”, argumentou Paulo Corrêa.

Além do MDB, o candidato do PSDB à presidência da Assembleia também garantiu apoio do PSD, que elegeu o ex-deputado Londres Machado.

(Foto: Divulgação/Assessoria Paulo Corrêa)

Para a 1ª secretaria da Casa, cargo atualmente ocupado por Zé Teixeira (DEM), também reeleito, Corrêa destacou que o democrata pode permanecer na função, ou outro parlamentar que conseguir ‘maior número de apoio’.

“(quero) Construir uma chapa plural. Temos que saber qual é a demanda dos deputados e o que é possível fazer por eles”, finalizou o tucano.

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