Política / Transparência

MPMS vai investigar suposto esquema que pagou quase R$ 17 mil em diárias para servidor

O MPMS (Ministério Público Estadual) instaurou inquérito civil a fim de apurar eventual esquema de manipulação de escala e recebimento de diárias no setor de transporte da Secretaria Municipal de Saúde do município de Coxim. A informação consta no DOMP (Diário Oficial do MPMS) desta terça-feira (23). Conforme os autos, um casal de servidores estaria […]

Guilherme Cavalcante Publicado em 23/03/2021, às 08h26 - Atualizado em 29/03/2021, às 08h38

(Foto: Eduardo Bampi/Edição MS/Reprodução)
(Foto: Eduardo Bampi/Edição MS/Reprodução) - (Foto: Eduardo Bampi/Edição MS/Reprodução)

O MPMS (Ministério Público Estadual) instaurou inquérito civil a fim de apurar eventual esquema de manipulação de escala e recebimento de diárias no setor de transporte da Secretaria Municipal de Saúde do município de Coxim. A informação consta no DOMP (Diário Oficial do MPMS) desta terça-feira (23).

Conforme os autos, um casal de servidores estaria sendo diretamente beneficiado com o suposto esquema, que contaria com eventual negligência e vista grossa da fiscalização, durante o ano de 2020. O suposto favorecimento teria proporcionado ganhos de quase R$ 17 mil ao casal.

O procedimento investigativo correrá na 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Coxim, sob o comando do promotor de Justiça Marcos André Sant’Ana Cardoso. Os autos estão registrado sob o número 06.2021.00000195-5 e disponíveis para consulta pública por meio do endereço eletrônico https://consultaprocedimento.mpms.mp.br/consulta/saj/processo.

Ao Jornal Midiamax, a atual administração destacou que a investigação é referente a atos da gestão anterior. “Informamos ainda que, estamos sempre acompanhando o funcionalismo e tomando todos os cuidados para que fatos como este não aconteçam. Desde que assumiu a prefeitura, uma das primeiras atitudes do prefeito foi cortar regalias e gratificações, como forma de economizar e colocar a casa em ordem, tanto que economizamos só em janeiro cerca 500 mil reais. E todas as horas extras, viagens e diárias estão sendo analisadas individualmente para se ter a certeza de que realmente foram feitas e pagas sem prejuízos aos cofres
públicos e muito menos realizadas por má fé”, pontua nota enviada à reportagem.

*Alterado às 8h37 de 29/03/21 para acréscimo de informação

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