Para asfaltar região do Rita Vieira, prefeitura quer R$ 30 milhões do BNDES

Bairro teve 'boom' habitacional nesta década e asfalto virou prioridade dos moradores da região

A prefeitura de Campo Grande enviou no fim da tarde de segunda-feira (9) à Câmara Municipal projeto pedindo autorização dos vereadores para pegar R$ 30 milhões emprestados junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A verba seria usada para asfaltar o bairro Rita Vieira e região.

De acordo com o texto, além do Rita Vieira, serão contemplados o Vilas Boas e o Parque Dallas, bairros vizinhos. Além de asfaltar ruas, o dinheiro também deve ser usado para recuperar vias já pavimentadas e em obras de drenagem de águas pluviais.

Em junho, técnicos do BNDES visitaram Campo Grande e foram ao bairro conhecer a estrutura da região e ver a viabilidade do negócio, já que para o empréstimo ser concedido, o projeto de execução da prefeitura precisa ser aprovado no banco.

O Rita Vieira e alguns bairros próximos sofreram um verdadeiro ‘boom’ habitacional nesta década, com a chegada de novas famílias e a construção de várias casas e empreendimentos, incluindo residencial com cinco torres de 16 andares, cada.

Desde então, junto ao crescimento do bairro cresceu também a quantidade de pedidos e protestos por melhorias, como asfaltamento. Atualmente, apenas as vias principais e linhas de ônibus contam com pavimentação na região do Rita Vieira.

Recentemente, também foi publicado no DOU (Diário Oficial da União) o contrato para asfaltamento e drenagem de três ruas da Vila Morumbi, parcelamento do Rita Vieira às margens da avenida Toros Puxian. A obra custará R$ 585 mil.

Em maio, a prefeitura já havia pedido autorização da Câmara para pegar emprestados outros R$ 30 milhões junto à Caixa Econômica, via linha do Finisa (Financiamento à Infraestrutura e Saneamento), para realizar outras obras pela cidade.

O empréstimo foi aprovado pelos vereadores e assinado em julho pelo prefeito Marquinhos Trad (PSD), contemplando recapeamento de vias em estado crítico, retomada de obras em parques, creches, escolas e postos de saúde, além de implantação de drenagem.

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