Juiz Waldir Marques vai relatar recursos em habeas corpus da Omertà

Jamil Name e filho, policiais, treinador de cavalos e motorista tentam liberdade

O juiz de Direito em substituição legal Waldir Marques, membro da 2ª Câmara Criminal do (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), é o relator dos recursos em habeas corpus impetrados pelas defesas dos investigados na , deflagrada na última semana.

O magistrado analisa os pedidos das defesas do treinador de cavalos Luiz Fernando da Fonseca e do motorista e segurança Euzébio de Jesus Araújo; do policial federal Everaldo Monteiro de Assis; dos empresários Jamil Name e filho; dos policiais Márcio Cavalcanti da Silva e ex-policial Vladenilson Olmedo e de Elton Pedro de Almeida, que alegou trabalhar no Pantanal Cap e do advogado Alexandre Gonçalves Franzoloso.

De todos os que recorrem, apenas o advogado Franzoloso teve a prisão revogada por decisão do plantal judicial. O juiz é o relator por ter julgado o RESE (Recurso em Sentido Estrito) 0816658-92.2019.8.12.0001, sendo o primeiro a tomar conhecimento dos fatos, no âmbito do Tribunal, dos fatos relacionados à suposta organização criminosa alvo da .

Em despachos publicados nesta quarta-feira (2) nos recursos, o juiz solicita informações à 7ª Vara Criminal de Competência Especial de Campo Grande e, após, os autos deverão ser encaminhados à Procuradoria-Geral de Justiça para parecer e análise no . Todos os recursos tramitam em sigilo.

O Garras e o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), com apoio dos Batalhões de Choque e o Bope (Batalhão de Operações Especiais) da Polícia Militar, deflagraram na sexta-feira (27), a , com a finalidade de dar cumprimento à 13 mandados de prisão preventiva, 10 de prisão temporária e 21 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Campo Grande e Bonito.

A Operação Omertà teve como foco organização criminosa voltada à prática dos crimes de milícia armada, porte ilegal de armas de fogos de uso restrito, homicídio, corrupção ativa e passiva, entre outros crimes.

As investigações do Gaeco tiveram início em abril deste ano, com o objetivo de apoiar as investigações dos homicídios de Ilson Martins Figueiredo, Orlando da Silva Fernandes e Matheus Coutinho Xavier, conduzidas pelo Garras desde 26 de abril de 2019.

 

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