Dos três senadores de MS, Soraya acumula maior gasto no 1º semestre: R$ 93 mil

Midiamax fez a comparação das despesas de Simone Tebet (MDB), Soraya Thornicke (PSL) e Nelsinho Trad (PSD)

Dos três senadores de Mato Grosso do Sul, Soraya Thronicke (PSL) foi a que mais teve gastos em cinco meses de atuação. Foram R$ 93,5 mil usados da cota para exercício da atividade parlamentar. Os números são da Transparência do Senado Federal.

A cota para exercício da atividade parlamentar de Soraya totalizou R$ 93.502,73 em fevereiro, março, abril, maio e junho. Janeiro e julho não tem registro de gastos devido ao recesso parlamentar.

Entre as despesas, a mais alta é com a contratação de serviços de apoio ao parlamentar: R$ 40.139,16. Em maio, Soraya contratou por R$ 11.007,49 três empresas de serviços administrativos e gestão empresarial.

A senadora gastou R$ 19.005,67 em aluguel de imóveis para escritório político, sendo pagos em maio, R$ 8.182 em consultoria imobiliária.Houve despesa de R$ 12.925,22 com passagens aéreas e R$ 12,5 mil em divulgação de suas atividades. 

Para locomoção, hospedagem, alimentação e combustíveis, foram usados R$ 6.318,88. Nos gastos com alimentação, constam restaurantes em Campo Grande em maio, no valor de R$ 350,33 e R$ 226,70 em uma churrascaria da Capital e R$ 151 em bar e restaurante. Os outros gastos foram com combustível e hospedagem.

Soraya Thronicke em cinco meses, emitiu R$ 9.606,55 em passagens áreas. Gastou R$ 2.129,83 com os Correios; R$ 2.607,85 com itens de escritório. O total com gastos não inclusos nas cotas para exercícios de atividade parlamentar somam R$ 25.573,22.

Sobre as diárias usadas no período, o desembolso foi de R$ 20.835,54. O maior gasto foi em abril na viagem a Israel, gastando R$ 8.257,60 em cinco diárias. Ela viajou ao Uruguai em 26 de abril, pagando R$ 4.299.54 em três diárias. 

No dia 8 de março, a senadora foi para Nova York para participar do evento da ONU (Organização das Nações Unidas) e por cinco diárias, gastou 8.278,40.

Simone Tebet

A senadora Simone Tebet (MDB) que já tem quatro anos de mandato, teve R$ 67.645,21 de gastos em sete meses, usando a cota parlamentar. Neste período, o maior valor foi com aluguel de imóveis para escritório, somando R$ 41.075,88. Esses gastos de janeiro a julho, foram desembolsados para pagamentos de escritórios que Simone mantém em Campo Grande. 

Em janeiro foi registrada a maior despesa: R$ 10.940,86 pagos com energia elétrica, aluguel de salas, condomínios, TV a cabo e IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), de imóveis comerciais da Capital.

Simone gastou R$ 18.973 com passagens aéreas, viajando mais em abril, com desembolso de R$ 5.692,52. Todas as viagens no mês citado foram de Campo Grande a Brasília e apenas uma foi de Campo Grande a São Paulo. 

Em locomoção, hospedagem, alimentação e combustíveis, a senadora gastou R$ 6.385,93. Destes, todos os gastos nos seis primeiros meses do ano, foram com combustíveis e apenas uma hospedagem para assessor parlamentar da senadora. 

Sobre os gastos não inclusos nas cotas de atividades parlamentar, somam R$ 28.622,22, sendo R$ 25.863,50 apenas com os Correios. Não teve gastos com viagens oficiais e nem ressarcimento de passagens. 

Nelsinho Trad 

Assim como Soraya, Nelsinho Trad (PSD) está no primeiro mandato de senador. Dos recursos utilizados de fevereiro a julho com a cota parlamentar, Trad utilizou R$ 60.732,16. 

A maior despesa foi com aluguel de imóveis para escritório: R$ 24.753,26. Os gastos são com contas de escritórios situados em Campo Grande, como água, luz, aluguel e TV a cabo. 

Nelsinho gastou R$ 23 mil contratando serviços de apoio ao parlamentar. Utilizou esse valor em março, abril e maio, tendo despesa maior em maio: R$ 11 mil pagos a uma empresa de produção e assessoria e serviços de clippagem. 

O senador utilizou R$ 11.705,60 em passagens aéreas, com voos de Brasília a Campo Grande e vice-versa. Nelsinho Trad utilizou R$ 22.742,55 em viagens oficiais.

No dia 27 de maio, ele foi ao Uruguai participar de reuniões do parlamento do Mercosul, totalizando R$ 5.859,80 em quatro diárias. Um dia depois, 28, viajou para o Líbano e gastou R$ 8.569,60 para participar da comissão das relações exteriores e defesa nacional, valor usado em cinco diárias .

No dia 14 de junho, voltou ao Uruguai com passagem que custou R$ 4.214,82 em três diárias para participar de reunião no parlamento Mercosul. No dia 11 deste mês, voltou ao Uruguai para participar da mesma reunião e gastou R$ 4.098,33 em três diárias.

Com os serviços dos Correios, o senador gastou R$ 18.142,27 em seis meses, o maior gasto em abril com PAC.

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