Sugando até o sangue

Empresários acostumados a sugar até o sangue em Campo Grande tiveram coragem de usar pandemia para tentar economizar

Pontos sem cobertura, atrasos e veículos lotados estão entre as reclamações nos extremos da cidade. (Foto: Marcos Ermínio)

A pandemia está mostrando o que de pior alguns têm. Em Campo Grande, empresários acostumados com omissão, inércia e conivência enquanto sugam até o sangue da população em troca de serviço com péssima qualidade têm pachorra para usar a crise do coronavírus como desculpa e tentar entrar ainda mais nos cofres públicos com pedido de ajuda.

Admitem que têm faturamento mensal de R$ 13 milhões, e ainda assim repetem cantilena que sempre cola regionalmente. Só esquecem que, quando o dinheiro é federal, o buraco é mais embaixo e não são as mesmas pessoas que têm obrigação de fiscalizar.

Andam por aí choramingando que faturamento caiu durante semanas de quarentena, e pagam espaço para repetir o discurso sem ninguém questionar que, junto com baixa no faturamento diário, baixaram também custos operacionais com combustíveis, por exemplo…

Sugando até o sangue
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