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[ BASTIDORES ] Saia justa

Atraso Um mês após o prefeito de Costa Rica, Cleverson Alves dos Santos (PP), tomar posse, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) autorizou seu afastamento do cargo de delegado de polícia. Cleverson já tinha sido eleito e diplomado no mês passado. Retroativo Leia também: [ BASTIDORES ] À espera de um decreto [ BASTIDORES ] Moções […]

Da Redação Publicado em 25/02/2021, às 06h00 - Atualizado às 06h57

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Atraso

Um mês após o prefeito de Costa Rica, Cleverson Alves dos Santos (PP), tomar posse, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) autorizou seu afastamento do cargo de delegado de polícia. Cleverson já tinha sido eleito e diplomado no mês passado.

Retroativo

A publicação saiu no Diário Oficial de quarta-feira (24). O afastamento vale de janeiro deste ano até dezembro de 2024, quando termina o mandato do prefeito.

Perdida

A deputada estadual Mara Caseiro (PSDB) não teve um bom dia ontem na Assembleia Legislativa. Além de ter precisado de ajuda para colher votos em uma comissão, ela ainda anunciou decisão do governo que ainda nem havia sido tomada.

Me ajuda!

Suplente de Felipe Orro (PSDB), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Consumidor, a líder do governo foi convocada a presidir a análise de projeto do governo sobre a Nota MS Premiada. Visivelmente surpresa, ela pediu ajuda do presidente Paulo Corrêa (PSDB) para ter a lista dos membros do colegiado.

Não estou conseguindo

Ainda assim, Mara precisou ser guiada por Corrêa, que passou a ler os nomes para que ela pudesse colher os votos. “É o da Nota Premiada?”, perguntou. “É sim, senhora, já tem o parecer favorável”, respondeu o presidente.

Escusas

Após o constrangimento, Corrêa pediu desculpas à colega. “Desculpa a saia justa, deputada, e agradeço a sua participação”, disse o tucano.

Apressada

Em outro momento da sessão, Mara declarou que a SED (Secretaria de Estado de Educação) já havia decidido pelo ensino híbrido em 2021. A decisão ainda estava sendo tomada, então a deputada acabou se corrigindo minutos depois.

Com que roupa?

A princípio, a informação que circulou na primeira sessão da Câmara Municipal, foi a de que seria exigido uso de blazer ou qualquer outra vestimenta que cobrisse o ombro e braços. Parte do pedido não é bem novidade.

Ombros de fora

Anteriormente, já havia recomendação e guardas que ficavam no plenário e a segurança da casa, às vezes, impediam circulação de quem estivesse com ombros à mostra pela área do plenário, exigindo uso apenas para quem entra na área dos vereadores.

A caráter

Na terça-feira (23), no entanto, servidores disseram que, a partir de então, para permanecer no local destinado à população e imprensa, teria de ser usado blazer.

Não é bem assim…

Contudo, um dia depois, a assessoria afirmou que a obrigatoriedade vale apenas para o plenário onde estão os parlamentares, como sempre foi, e que, algo diferente disto, é mal entendido.

Jornal Midiamax