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[ BASTIDORES ] Médica que recusou convite de Bolsonaro rende debate em MS

Em tratamento Com Covid-19, o deputado Gerson Claro (PP) participou da sessão remota de terça-feira (16) para votar a PEC de sua autoria. Ele estava com a voz bastante fraca e disse estar fazendo fisioterapia pulmonar. “Ainda estou bastante debilitado e essa doença é muito séria e grave”. Debate Leia também: [ BASTIDORES ] Um […]

Da Redação Publicado em 17/03/2021, às 06h00

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Em tratamento

Com Covid-19, o deputado Gerson Claro (PP) participou da sessão remota de terça-feira (16) para votar a PEC de sua autoria. Ele estava com a voz bastante fraca e disse estar fazendo fisioterapia pulmonar. “Ainda estou bastante debilitado e essa doença é muito séria e grave”.

Debate

Moção de apoio para ex-futura ministra Proposição de moção de apoio à ex-futura ministra de Saúde Ludhmila Hajjar, gerou debate entre os deputados estaduais de Mato Grosso do Sul.

Ataques

O deputado Eduardo Rocha (MDB) disse que faria a moção, pois Ludhmila estaria sendo atacada, após recusar o convite do presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) para assumir o Ministério da Saúde.

Apoio

Rocha alegou que faria a moção por apoio. “Ela foi ameaçada, uma mãe, mulher, que salva vidas e está sendo ameaçada por não ter aceito o convite, isso é um absurdo. Não posso deixar isso batido”.

Sem convite?

Entretanto, Coronel David (sem partido) rebateu afirmando que Ludhmila recusou um convite que não existiu. “Ela disse ter sido ameaçada no hotel em Brasília, em que estava hospedada. O hotel já divulgou nota desmentindo a médica”. Barbosinha (DEM) afirmou não ser a hora de levantar esse debate. “É o momento de mandarmos moção de apoio ao novo ministro da Saúde”.

Gentílico para bairro?

Vereador que reclamava do fechamento do juizado afirmou que a medida entristeceu o ‘povo moreniense’, em referência a quem vive nas Moreninhas.

5ª série

Vereador que conversava durante comunicado na sessão levou bronca e teve que ouvir que é ‘bom pra falar, mas pra escutar é pouco’.

Sem conversa paralela

O respeito a quem está falando foi inclusive cobrado em mais de um momento na sessão da Câmara. ‘Vamos manter a ordem e o respeito’, cobrou o presidente, criticando quem ‘fica falando por trás’ e desconcentra o colega que está com a palavra.

Gastou o português

Vereador que elogiava força de segurança terminou a moção com um adjetivo pouco usual: um eloquente ‘briosa corporação’. O tempo passa Na leitura do expediente da sessão, o presidente da Câmara lembrou que precisava dos óculos porque os 55 já haviam chegado.

Jornal Midiamax