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[ BASTIDORES ] Crítico diário

Com tudo O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, tem reforçado suas críticas ao governo Bolsonaro, de olho nas eleições de 2022. Sobre a queda do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020 e a crise econômica da pandemia, ele sugeriu uma solução no Twitter: “Vacina antes tarde do que nunca!” Mix de vacina Em live […]

Aliny Mary Dias Publicado em 04/03/2021, às 06h00

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Com tudo

O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, tem reforçado suas críticas ao governo Bolsonaro, de olho nas eleições de 2022. Sobre a queda do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020 e a crise econômica da pandemia, ele sugeriu uma solução no Twitter: “Vacina antes tarde do que nunca!”

Mix de vacina

Em live no Instagram, Mandetta disparou contra a escassez de vacinas. “Tivemos chance de comprar da Pfizer e da Janssen. Acabamos ficando só com duas [Coronavac e Oxford]. A gente precisava de um mix de vacinas”, afirmou.

Tem alguém aí?

Depois de dar um tempo do Facebook, o deputado federal Loester Trutis (PSL-MS) reapareceu no Twitter. Ele não publicava desde antes do primeiro turno das eleições municipais, e chegou a ficar preso em novembro no âmbito da Operação Tracker, da PF (Polícia Federal), por suspeita de ter forjado atentado contra si mesmo em fevereiro de 2020.

Disco furado

O primeiro post, de 1º de março, foi uma crítica a 27 vereadores de Campo Grande que não lhe pediram emenda parlamentar. No dia seguinte, comentou a perícia no celulares de Daniel Silveira (PSL-RJ), preso desde o mês passado. “Parece que os únicos celulares invioláveis são do Adélio Bispo e seus advogados caríssimos. Por que será? Quem mandou matar Bolsonaro?”, afirmou.

Sem questionar

O inquérito do atentado contra o então candidato Bolsonaro concluiu que Adélio agiu sozinho. A defesa de Bolsonaro nunca questionou o resultado da apuração da PF.

1 minuto de silêncio

Os deputados estaduais fizeram um minuto de silêncio pela morte da jornalista Jucyllene Castilho. Ela morreu na última terça-feira (3) vítima de uma embolia pulmonar.

Saudades

Jucy, como era conhecida entre os colegas, era assessora de imprensa do deputado Capitão Contar (PSL). Ele foi o primeiro a se manifestar sobre a jornalista. “Jucy muito querida e competente. Ela integrava minha equipe e estava de licença maternidade, após complicações pós parto por perder o bebê”.

Respeito

Contar fez uma moção de pesar e pediu a assinatura dos outros 23 colegas. “Peço para assinar a moção em nome da Casa e fazer um minuto de silêncio”. Coronel David (sem partido), Paulo Corrêa (PSDB), Cabo Almi (PT) e Rinaldo Modesto (PSDB) também prestaram homenagem à Jucy

Jornal Midiamax