BASTIDORES: Plenário vazio

Pegou mal, mas…

Apesar dos parlamentares terem voltado atrás na ‘folga’ das sessões, nesta última semana de campanha, o plenário da Casa de Leis segue esvaziado.

Tática

Na prática, as pautas que deveriam ser analisadas em plenário, nem chegam a ser incluídas na pauta e, sem ter o que debater, dão a sessão por encerrada.

Faltosa

O líder da bancada taxada como a mais faltosa durante a campanha, jura que foi contra a proposta do colega, só sugerida depois da dita bancada ser alvo de críticas dos pares.

Compromisso

“Esse não é o momento de você fazer isso, respeito os que pensa diferente, mas eu sempre advoguei a tese de que temos que cumprir o nosso trabalho aqui na casa”, disse o líder.

Panos quentes

Apesar de botar ‘panos quentes’ na situação, ele garantiu entender a aversão criada na população pela proposta do colega. “A população não entende isso e tem o direito de rechaçar esse comportamento. Não foi visto com bons olhos”, admitiu.

Filho bonito

O projeto que altera o nome da Guarda Civil para Polícia Municipal terminou com 15 vereadores assinando como autores na Câmara de Campo Grande. Mesmo com tudo isso de gente, teve parlamentar que ficou incomodado em ficar de fora.

Quem é o pai?

Originalmente a proposta aprovada é do vereador Enfermeiro Fritz (PSD). No entanto, o Delegado Wellington (PSDB) apresentou proposição semelhante antes, mas que foi arquivada. Como os colegas embarcaram no projeto do pessedista, o tucano acabou ficando sem a assinatura no final.

Aproveitaram

Com o plenário lotado de guardas municipais, quase todos os vereadores aproveitaram o momento para parabenizar a instituição invocando a sua importância para a segurança dos campo-grandenses.

Espírito

Por algumas horas, o espírito eleitoral se instalou no Legislativo da Capital, porém, ninguém pediu voto.

 

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