Simone mantém campanha voto a voto e aposta na bancada feminina

Senadora segue tirando votos do adversário Rodrigo Pacheco

A senadora (-MS), candidata à presidência do Senado Federal, continua focando seus esforços em tirar votos do adversário Rodrigo Pacheco (DEM-MG), apoiado por (DEM-AP) e endossado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Ela também passou a mirar a bancada feminina.

Em entrevista à CNN Brasil na segunda-feira (18), a parlamentar disse que é bom que a campanha rival acredite que ela está em desvantagem. “Hoje foram quatro conversas até o momento e com três votos conquistados, mas é bom que pensem que continuo na faixa dos 30 votos”, afirmou.

Simone não revelou quem são os donos dos quatro votos que conquistou ontem, a fim de evitar uma ofensiva do grupo de Pacheco e Alcolumbre. Ela rebateu ainda o suposto racha no , que vem sendo noticiado nos últimos dias.

“Em hipótese alguma, isso é notícia velha. O foi preterido pelo governo e a minha candidatura não foi imposta. O partido não sairá menor do que entrou. Aqueles que não votaram em mim da outra vez [nas eleições de 2019] estão me apoiando agora”, explicou.

As 11 senadoras devem ser as próximas a serem contatadas por Simone, a primeira mulher candidata à presidência da Casa. A sul-mato-grossense lembra que entrou tardiamente na campanha, o que favoreceu a maioria formal de 46 votos para Pacheco ser eleito.

No PP, que decidiu apoiar Pacheco, Simone conseguiu o voto de Esperidião Amin (SC) e tenta conquistar Kátia Abreu (TO), Daniella Ribeiro (PB) e Mailza Gomes (AC). No , que está com Pacheco, há a senadora Zenaide Maia (RN) e, no PSB, que ainda não se posicionou, Leila Barros (DF).

Há também o PSL, da senadora Soraya Thronicke (MS), onde o líder Major Olímpio (SP) mantém a candidatura própria à presidência do Senado.

No , que tem sete senadores e liberou a bancada, tem três votos possíveis, entre eles o da única mulher da bancada, Mara Gabrilli (SP).

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