Política

Estamos perdendo para o coronavírus e só a vacina pode nos salvar, diz Simone após recorde de mortes em MS

Senadora lembrou que nova onda atinge mais jovens, no dia em que o Estado registrou 86 óbitos pela doença

Adriel Mattos Publicado em 08/04/2021, às 19h03

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Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) defendeu maior agilidade na vacinação contra a Covid-19. O comentário foi feito nesta quinta-feira (8), dia em que Mato Grosso do Sul registrou 86 mortes pela doença, recorde desde o início da pandemia.

“Estamos perdendo por W.O. para o coronavírus. Temos grandes cientistas, temos expertise na vacinação em massa. O que precisamos é colocar as vacinas no braço do maior número de brasileiros o mais rapidamente possível. Só a vacina vai nos salvar”, afirmou.

Simone lembrou ainda que o Congresso Nacional tem aprovado medidas para aliviar a crise da pandemia e reforçar o combate à doença. 

“Hoje, por exemplo, aprovamos a PEC [Proposta de Emenda à Constituição] que dá imunidade tributária, quer dizer, pagar zero imposto em toda a cadeia da vacina: na importação, na distribuição, na aplicação das vacinas relacionadas a epidemias, em caráter permanente. Enquanto bancada federal, estamos buscando junto ao  Ministério da Saúde trazer insumos, abrir mais leitos, proteger o cidadão sul-mato-grossense nesse difícil momento de pandemia, em que chegamos a quase cinco mil mortos. Recentemente conseguimos agilizar a entrega de medicamentos do kit intubação”, elencou.

A parlamentar prosseguiu lamentando que a pandemia tenha atingido o ápice de forma tão arrasadora. “O Brasil hoje é o epicentro da pandemia no mundo e a situação do nosso estado é calamitosa. Estamos vendo nossos parentes e amigos perdendo a luta contra a Covid. Pessoas sem comorbidade, jovens e até crianças estão partindo em decorrência dessa doença. É de cortar o coração. Solidarizo-me com todas as famílias enlutadas”, disse.

Por fim, Simone reforçou que as medidas de biossegurança precisam ser seguidas enquanto a maioria da população não for vacinada. “Devemos continuar tomando todos os cuidados que estão ao nosso alcance: usar máscaras, lavar as mãos, usar álcool a 70%, evitar aglomeração, respeitar o distanciamento social”, recomenda.

Jornal Midiamax