Política

Eleita presidente da Câmara, Vandinha Camilo assume prefeitura de Sidrolândia

Vandinha Camilo (PP) fica na administração interina do município enquanto o TSE não decide destino do prefeito eleito, Daltro Fiuza (MDB).

Jones Mário Publicado em 01/01/2021, às 09h49 - Atualizado às 14h16

Vandinho Camilo, vereadora e prefeita interina de Sidrolândia (Foto: Reprodução/Facebook)
Vandinho Camilo, vereadora e prefeita interina de Sidrolândia (Foto: Reprodução/Facebook) - Vandinho Camilo, vereadora e prefeita interina de Sidrolândia (Foto: Reprodução/Facebook)

A vereadora Vandinha Camilo (PP) vai administrar Sidrolândia neste início de 2021. Ela foi eleita presidente da Câmara Municipal em sessão realizada hoje (1º).

Vandinha assume a prefeitura porque o prefeito eleito em novembro de 2020, Daltro Fiuza (MDB), teve candidatura barrada pela Justiça Eleitoral. Ele ainda briga no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para derrubar a impugnação.

Com Vandinha Camilo como prefeita interina, fica no comando da Câmara o vice-presidente, Sandro Luiz (PSD), também eleito nesta manhã. Gilson Galdino (REDE) e Cristina Fiuza (MDB) – filha de Daltro – foram eleitos primeiro e segundo secretários, respectivamente.

O resultado é uma vitória para o grupo de Daltro Fiuza, que superou a chapa encabeçada pela Professora Juscinei Claro (PP). Juscinei é irmã do deputado estadual Gerson Claro (PP) e tinha José Ademir Gabardo (PSDB) como candidato a vice-presidente. O PSDB é o partido de Enelvo Felini, derrotado nas urnas por Fiuza.

Daltro Fiuza teve 46,44% dos votos para prefeito de Sidrolândia no ano passado, mas pode não assumir o cargo por ter sido enquadrado pelo TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral) na Lei da Inelegibilidade (LC 64/1990). Ele já administrou o município por dois mandatos (de 2005 a 2012) e tem uma condenação por improbidade administrativa.

O emedebista recorreu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), mas um pedido de destaque formulado pelo ministro Tarcisio Vieira de Carvalho Neto adiou julgamento no último dia 18 de dezembro.

O recurso de Fiuza corre no TSE desde o dia 17 de novembro. O relator do processo é o ministro Luis Felipe Salomão. Ainda não há nova data para julgamento.

Jornal Midiamax