Política

Campo Grande descarta novas restrições por enquanto, diz procurador do município

Atividades precisam respeitar lotação de 50% e distanciamento para não agravar pandemia

Mayara Bueno Publicado em 05/04/2021, às 10h23

Procurador-geral do município, Alexandre Ávalo
Procurador-geral do município, Alexandre Ávalo - (Foto: Marcos Ermínio)

Campo Grande não deve ter, por enquanto, nenhum outro decreto que complemente ou modifique itens da norma editada pelo Governo de Mato Grosso do Sul, em vigor a partir desta segunda-feira (5), de acordo com o procurador-geral do município, Alexandre Ávalo. Com isso, o toque de recolher na Capital começa às 21 horas e segue até às 5 horas, além disso, comércio no geral e outras atividades empresarias estão autorizadas a funcionarem.

Por quase duas semanas, com o decreto do 'fecha tudo' de Campo Grande e decreto do Governo do Estado, só serviços considerados essenciais estavam liberados. Agora, com a reabertura, há regras como atendimento de 50% da capacidade do espaço, distanciamento de 1 metro e meio, uso de máscara e álcool em gel disponível. "As duas semanas mais restritivas já foram, agora, nesta semana, ficam autorizadas atividades previstas com a regra do Estado, até o período de vigência".

Ávalo afirma que o município renovou apenas as suspensões de cirurgias eletivas e a proibição do corte de energia elétrica. Segundo o município, o decreto estadual vai de encontro com a realidade de Campo Grande. "Se a prefeitura entender que precisa de mais medidas, poderá estabelecer regras mais restritivas". 

Decreto do Governo do Estado em vigor

O toque de recolher foi definido de acordo com a classificação de cada cidade, mas de maneira geral, quase todas as atividades não essenciais voltam a atender em MS, ao passo que a ocupação de leitos chega a 103%.

Segundo o secretário da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), José Mauro Filho, a fila de espera por leito caiu em 50%, mas ainda preocupa, já que, ainda há 80 pessoas esperando por atendiento adequado ao quadro de saúde.

Jornal Midiamax