Câmara de Campo Grande quer discutir 71 vetos ‘caso por caso’ com secretário de Finanças

Foram proibidas indicações que consumiriam R$ 48,5 milhões

Assim que a retomar as sessões, em fevereiro de 2021, as 71 emendas vetadas pela serão analisadas ‘uma por uma’, afirmou o presidente Carlos Augusto Borges (). Em 20 de janeiro, o município sancionou o Orçamento que prevê receita de R$ 4,6 bilhões neste ano.

“E aquelas [emendas] que entendermos, em comum acordo, que com esforço podem ser cumpridas, vamos tentar manter”, afirmou. Está previsto uma reunião com o secretário de Finanças e Planejamento, Neto, depois do recesso parlamentar.

Foram aprovadas 113 emendas na  no fim de 2020. Deste total, 42 foram mantidas, o que gera R$ 21,4 milhões em investimentos ‘em que a administração municipal buscará a sua efetiva execução com recursos próprios ou outras fontes de recursos a fim de atender as demandas’.

No grupo das que foram vetadas, estão instalação de academias ao ar livre, pavimentação asfáltica em  bairros como São Caetano e Jardim Morumbi, obras de recapeamento, instalação de banheiros químicos em feiras livres. Confira clicando aqui (a partir da página 2) as emendas vetadas e a previsão de quanto custaria para efetivação.

A Prefeitura apontou despesa de R$ 77 milhões se fosse cumprir todas as sugestões apresentadas, enquanto as vetadas somariam R$ 48.512.880,23. “Assim sendo e considerando que o total das anulações propostas para as emendas constantes do quadro acima ultrapassam o valor das dotações disponíveis com recursos do tesouro”.

Câmara de Campo Grande quer discutir 71 vetos 'caso por caso' com secretário de Finanças
Mais notícias