Política

Servidores da saúde se reúnem com SAD nesta segunda e querem 23% de reajuste

Reposição de 23% de perda acumulada desde 2015 no salário dos servidores da saúde, é o pedido que deve ser entregue pelo presidente do SINTSS (Sindicato dos Trabalhadores em Seguridade Social), que representa os funcionários do HRMS (Hospital Regional) Ricardo Bueno, ao secretário adjunto de Administração, Edio Viegas. A primeira rodada de negociações acontece às […]

Renata Volpe Publicado em 11/05/2020, às 10h20 - Atualizado às 11h21

Ricardo Bueno se reúne com secretario adjunto da SAD, Edio Viegas. (Arquivo, Midiamax)
Ricardo Bueno se reúne com secretario adjunto da SAD, Edio Viegas. (Arquivo, Midiamax) - Ricardo Bueno se reúne com secretario adjunto da SAD, Edio Viegas. (Arquivo, Midiamax)

Reposição de 23% de perda acumulada desde 2015 no salário dos servidores da saúde, é o pedido que deve ser entregue pelo presidente do SINTSS (Sindicato dos Trabalhadores em Seguridade Social), que representa os funcionários do HRMS (Hospital Regional) Ricardo Bueno, ao secretário adjunto de Administração, Edio Viegas.

A primeira rodada de negociações acontece às 14h desta segunda-feira (11) na SAD (Secretaria de Administração). Bueno explica que o governo não pode conceder aumento salarial, pois não entra na proposta do orçamento de guerra. “Mas eles podem revisar, o nosso papel é pedir a revisão, a perda acumulada segundo estudo que encomendados ao Dieese é de 23% desde quando Reinaldo Azambuja assumiu o governo”.

Segundo o sindicalista, os profissionais de saúde estão na posição de frente no combate a pandemia do coronavírus. “O deputado Coronel David apresentou projeto que considera a insalubridade de 100% a todos os profissionais de saúde e está nos moldes do Senado. São momentos de guerra, pandemia, e que aplique a legislação, usar só a questão das leis normais, neste momento que se aplique de maneira correta”.

Bueno disse ainda que se a SAD levar em consideração os 23%, o reajuste será em cima do menor salário do Estado, das pessoas que estão a frente da luta. “Também estamos há seis anos sem revisão no plantões, o SUS congelado há 4 anos, eles podem rever, temos que nos manter no trabalho, essa onda vai vir mais forte e se não tivermos com os funcionários preparados, não tem como enfrentar essa pandemia”.

Jornal Midiamax