Em disputa que reúne 347 candidatos em Dourados, 12 tentam voltar para a Câmara

Entre os que querem recuperar o cargo está um indígena e o ex-presidente do PT local, que mudou para o Solidariedade

Em concorrência acirrada com 347 candidatos na disputa por 19 vagas, 12 deles já são figuras conhecidas dos eleitores e tentam voltar a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal de Vereadores.

Na lista de nomes que postulam uma vaga está o indígena Aguilera de Souza, do PSB (Partido Socialista Brasileiro). Em 2012 ele foi eleito pelo Partido Social Democrata Cristão (PSDC) e tentou a reeleição em 2016, pelo MDB, mas acabou ficando suplência. Aguilera também buscou uma vaga na Câmara Federal, mas não foi eleito.

No vai e vem das legendas partidárias algumas candidaturas não ficam invisíveis aos olhos dos eleitores. Uma delas é a de Dirceu Longhi. Durante os áureos tempo da hegemonia petista ele ocupou o posto de presidente da Câmara durante a primeira gestão de Délia Razuk, como interina.

Além disso, Longhi esteve no comando do Partido dos Trabalhadores e durante a administração de Laerte Tetila (PT), ocupou cargo no primeiro escalão, agora ele quer fazer oi caminho de volta, dessa vez no Solidariedade.

Na lista de postulantes que também tentam voltar ao cargo estão Cemar Arnal (Soliriedade),  Laudir Munaretto (MDB), Lia Nogueira (PP), Marcelo Mourão (Podemos), Nelson Sudário (Solidariedade), Osmaldo Nunes (PTB), Francisco Saraiva (DEM), Toninho Cruz (PSB), Virginia Magrini (PP) e Walter Hora (PSDB).

Em disputa que reúne 347 candidatos em Dourados, 12 tentam voltar para a Câmara
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