Câmara de Bandeirantes instaura CPI para apurar irregularidades após operação do Gaeco

Operação Sucata Preciosa apura esquema de emissão de notas fiscais frias por empresas como se estivessem prestando serviço de reparos em veículos sucateados

A Câmara Municipal de Bandeirantes instaurou (Comissão Parlamentar de Inquérito) na última segunda-feira (29), para apurar as irregularidades em torno da prefeitura, após operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado) ser desencadeada no início do mês, como Sucata Preciosa

A operação cumpriu 25 mandados de busca e apreensão e levou à prisão o secretário de Obras, Marcos Antônio Rodrigues. Ele foi preso após ter sido encontrado na casa dele 3 estojos de munição calibre 38, intactas.

Com a prisão, o prefeito da cidade, Álvaro Urt (DEM) um dos alvos da operação, exonerou Marcos do cargo. A operação apura esquema de emissão de notas fiscais frias por empresas como se estivessem prestando serviço de reparos em veículos sucateados da frota de Bandeirantes.

Portanto, com a repercussão do caso, um morador de Bandeirantes protocolou pedido de sobre a situação. O pedido foi levado à votação e aprovado por 8 votos favoráveis e 1 contrário. Apenas o Mário Souza (DEM) líder do prefeito na Casa, foi contra. 

Com isso, foi determinado a composição da da seguinte maneira: presidente, o Jair Pereira Alves (PSB), o relator é Eugênio Fernandes Junior (PSDB) e o membro da Comissão é o Luis Fernando Sauer (PSD).

Sendo assim, a Comissão tem 120 dias para apurar a existência de irregularidades devido a operação do Gaeco onde diz que as sucatas do município estavam gerando despesas.

Câmara de Bandeirantes instaura CPI para apurar irregularidades após operação do Gaeco
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