Apesar da maioria tentar reeleição, vereadores creditam campanha morna à pandemia

Indagados, os parlamentares relatam poucas novidades, mesmo com a proximidade do pleito eleitoral

Em ano eleitoral, mas no meio de uma pandemia, o ambiente e discussões políticas têm sido menos intensas, avaliam vereadores de Campo Grande. Para o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador João Rocha (PSDB), não há ‘ambiente’ para fazer campanha.

Ao dirigente, a indagação foi sobre eventual aliança com o prefeito (PSD) ou candidatura do PSDB. “Isso é uma decisão partidária que estamos conversando”. Até então, o dirigente da Câmara Municipal é um dos cotados ao cargo de vice de Marquinhos, caso a aliança se confirme, além de outros nomes do ninho tucano.

Nos bastidores, a conversa também gira em torno de cautela e indecisão quanto ao rumo nestas eleições. “Tudo do mesmo jeito”, disse o líder do prefeito na Casa de Leis, vereador (PSD), quando questionado sobre conversas e alianças. Entre os 29 vereadores, é quase certo que a maioria tentará reeleição, enquanto outros vão disputar a prefeitura.

Por causa da pandemia de coronavírus e a restrição quanto às aglomerações, a votação foi adiada para 15 de novembro e, onde houver o , 29 de novembro. Outros prazos mudaram também, como convenções e datas de desincompatibilização de cargos de quem pretende se candidatar.

Desde o começo da emergência em saúde, os candidatos e políticos avaliam que este será um pleito diferente, com foco nas redes sociais, uma vez que reuniões com público estão limitadas. O próprio prefeito evita falar de campanha, afirmando que o foco é no combate ao vírus.

Em meio a situação, Campo Grande vive o avanço da doença, com dezenas de confirmações diariamente, além do número de óbitos subindo.

 

 

 

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