Ação para colher assinaturas de criação do Aliança rende cerca de 1 mil adesões

A ação realizada por movimentos de rua em Campo Grande para colher assinaturas em prol da criação do novo partido do presidente Jair Bolsonado, o Aliança pelo Brasil, levou aproximadamente 1 mil pessoas para a rua Euclides da Cunha, no Jardim dos Estados. O evento aconteceu em frente ao cartório Tomazoni, que ficou aberto das 8h às 12h.

Conforme Fabrícia Salles, uma das líderes do ato, os números oficiais só deverão ser divulgados na segunda-feira (27), mas a estimativa é que 1 mil fichas de assinatura foram preenchidas e retiradas. Algumas foram entregues ali mesmo, enquanto outras foram levadas para posterior entrega, devido ao reconhecimento de firma.

“O cartório ficou aberto hoje e cerca de 350 pessoas entregaram a ficha lá mesmo, pois reconheceram a firma no próprio cartório, mas houve quem também quisesse levar e entregar depois, pois já tinha a firma reconhecida em outro lugar”, diz Fabrícia.

A abertura do cartório aconteceu de forma excepcional neste sábado após o próprio local conseguir autorização judicial para funcionar os serviços de firma e autenticação. Além disso, ele atendeu qualquer pessoa que fosse lá.

Perspectivas para o novo partido

A perspectiva de Fabrícia para o Aliança é que o novo partido deva nascer prezando pela transparência e aberto de diálogo com o sociedade. “Mesmo que tome posições que não nos agrade, a gente consegue conversar, dialogar. É isso que a gente quer. Queremos políticos que nos representem e não virem as costas para a gente”, comenta.

Já Teotônio Castro, de 65 anos, enfrentou a fila para reconhecer firma e assinar a favor da abertura do novo partido, segundo ele, pelo Brasil. “Sou apolítico, mas diante da situação do país, me vi obrigado a vir aqui para ajudar a salvar a pátria”.

Ele ainda frisa que vê a criação do Aliança como um recomeço. “Como teve uma falha no começo, agora tudo é um recomeço. Se é para melhorar, vamos tentar, vale a pena. Quando as pessoas por trás disso são de confiança, não tem por que não acreditar”, conclui.

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