‘Tratados de forma adequada’: Coronel David comemora morte de membros de facção baiana em MS

Coronel David fez moção de congratulação a policiais que atuaram no confronto

Mortos após confronto com a polícia de Mato Grosso do Sul, os membros de facção criminosa da Bahia que morreram nesta quarta-feira (4) na divisa entre Coronel Sapucaia e Aral Moreira foram ‘tratados de forma adequada’, de acordo com o deputado estadual Coronel David (PSL), que fez moção de congratulação para os servidores que atuaram na ação.

O parlamentar destacou que os policiais conseguiram eliminar os assaltantes do carro-forte, em roubo que aconteceu em Caarapó na última terça-feira. “O Bope, Garras, Departamento de Operações de Fronteira e equipe de Amambai conseguiram êxito eliminando um bandido famoso do Estado da Bahia, que infelizmente foi tratado de maneira adequada pela polícia do nosso Estado”, concluiu.

Quatro mortos

No início da manhã desta quarta-feira (4), quatro pessoas morreram em confronto com a polícia na região da linha internacional, entre Coronel Sapucaia e Aral Moreira, aproximadamente 400 quilômetros distante de Campo Grande. Todos seriam membros da quadrilha que tentou assaltar um carro-forte na última segunda-feira (2).

Além dos quatro mortos, também há suspeitos que foram presos, entre eles um funcionário da Prefeitura de Coronel Sapucaia. Ele trabalha como motorista e foi preso por dar abrigo e apoio à quadrilha, mas o envolvimento dele ainda será apurado. Conforme o secretário da Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) Antônio Carlos Videira, o esconderijo foi identificado ainda na noite de terça-feira (3).

Com mandados expedidos pela juíza de Amambai, equipes policiais foram até a chácara. Os policiais teriam sido recebidos a tiros pelos bandidos e houve confronto, sendo que quatro morreram no local e outros foram presos. Entre os mortos está José Francisco Lumes, o ‘Zé de Lessa’, apontado como líder de facção criminosa da Bahia, um dos mais procurados naquele Estado.

Também segundo o secretário, o bando é suspeito de ser o mesmo que explodiram um carro-forte com dinamites em 2017, na mesma região. Atuam na operação equipes do DOF (Departamento de Operações de Fronteira), Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), Garras (Delegacia Especializada em Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros), Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), CGPA (Coordenadoria Geral de Patrulhamento Aéreo), com helicóptero da polícia, entre outras forças policiais.

 

 

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