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Operação Pregão cumpre cinco mandados de prisão e oito de busca na Capital e em Dourados

Gaeco investiga fraude em licitação em Dourados

As 16ª, 10ª e 17ª promotorias de Justiça de Dourados, distante 225 quilômetros de Campo Grande, cumprem com apoio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) cinco mandados de prisão e oito de busca e apreensão na cidade e em Campo Grande durante a terceira fase da Operação Pregão, deflagrada nesta quinta-feira (14).

Todos os mandados foram expedidos pelo juiz Luiz Alberto de Moura Filho, da 1ª Vara Criminal de Dourados.

Operação Pregão

A primeira fase foi deflagrada em outubro do ano passado, tendo por objetivo esclarecer a atuação de uma suposta organização criminosa composta por agentes públicos, políticos e empresários, visando à prática de diversos crimes, incluindo fraude em licitação, dispensa indevida de licitação, falsificação de documentos e advocacia administrativa, além do crime contra a ordem financeira e incidência na conduta da Lei Anticorrupção.

Os atos teriam sido praticados durante a atual gestão do Município de Dourados. Em dezembro, a segunda fase da operação foi deflagrada.

Prisões

Durante a primeira fase, foram presos a vereadora Denize Portollan (PR), o secretário municipal de Fazenda, João Fava Netto, o presidente da Comissão de Licitação, Anilton Garcia de Souza e o empresário Messias José da Silva. Todos seguem presos há cinco meses, inclusive Anilton, que conseguiu um habeas corpus na terça-feira (12) no STJ (Superior Tribunal de Justiça), mas não foi liberado até o momento.

Com a liberdade concedida, a defesa dos outros três entrou com o mesmo pedido ao Superior.

Durante a segunda fase, foram cumpridos dois mandados de prisão, bem como dois mandados de busca e apreensão. Os alvos eram Rosenildo da Silva França, contador da Prefeitura de Dourados, e Andreia Ebling, a esposa, que foi liberada no mesmo dia. O contador, três dias depois da operação.

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