Marun nega mudança para RS e espera fim da quarentena para advogar em MS

Ex-ministro quer abrir escritório em Campo Grande e Brasília

Carlos Marun terá que deixar conselho da Itaipu (Foto: Divulgação/Naiara Pontes/SeGov)

O ex-deputado federal e ex-ministro Carlos Marun (MDB), primeiro político a visitar o ex-presidente Michel Temer (MDB) na carceragem da Polícia Federal no Rio de Janeiro (RJ), negou rumores de que havia transferido seu domicílio eleitoral de Mato Grosso do Sul para o Rio Grande do Sul.

Ao noticiar a visita de Marun a Temer, o Jornal Folha de São Paulo tratou o ex-ministro como filiado ao MDB gaúcho, o que ele prontamente negou ao Jornal Midiamax na manhã desta sexta-feira (22).

“O meu filho está estudando em Porto Alegre. Minha mulher e eu estamos nos dividindo entre Porto Alegre e Campo Grande. Até porque o acesso a Itaipu é mais fácil de Porto Alegre do que de Campo Grande”, contou Marun, que atualmente é conselheiro da maior usina hidrelétrica do mundo, a Itaipu Binacional.

Planos

Em seu primeiro mandato como deputado federal, Marun conseguiu projeção nacional tanto por sua atuação partidária, quanto política, o que lhe garantiu ascensão ao cargo de ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, responsável pela articulação política da gestão Temer.

O ex-ministro revelou que pretende voltar a advogar, tão logo chegue ao fim a quarentena imposta pelo cargo (que finda em junho), quando pretende abrir escritório de advocacia em Campo Grande e em Brasília (DF).

“Minha atividade atual é Itaipu, voltada a MS. Não tenho planos políticos definidos, mas um eventual retorno às eleições, se acontecer, se dará em MS”, afirmou Carlos Marun.

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