Em Miranda, grupo espera pesquisa para definir nome em eleição ‘tampão’

Segundo nome interessado em administrar Miranda por um ano deve surgir apenas na semana que vem. Um dos possíveis é o tucano Gerson Prata

Além do grupo que reúne o presidente da Câmara Municipal de Miranda e que atua como prefeito provisório da cidade, Edson Moraes de Souza (PDT), um segundo grupo de políticos deve lançar também candidatura para as eleições suplementares que acontecerão dia 6 de outubro. Porém, uma pesquisa deve ser feita antes.

Na terça-feira (22), o TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) cassou o mandato da prefeita Marlene Bossay (MDB), seu vice Adailton Rojo (PTB) e o vereador Ivan Bossay (MDB), filho de Marlene.

Com isso, a cidade passou para o comando provisório de Edson, até que haja eleição. Por ora, apenas o vereador já afirmou que será candidato, contando com apoio de ex-prefeitos, entre eles Nede Vedovato. Entretanto, um segundo nome deve surgir em breve, já que outro grupo se articula para lançá-lo.

“Eu sigo aguardando. Por enquanto só o Edson se colocou candidato e ele não é do nosso grupo. Eu fiquei em segundo eleição passada, mas vou esperar um pouco. Vamos fazer pesquisa semana que vem, ver o desejo do povo. Se quiserem, eu saio”, comenta o tucano Gerson Prata, que diz já ter recebido ligação de outras pessoas interessadas.

Ele acredita que dificilmente só o Edson concorrerá ao mandato tampão, que durará apenas por um ano. “Já tem várias pessoas, já me ligaram umas quatro ou cinco que estão se mexendo e com interesse, querendo formar o grupo com quem estiver melhor”. Apesar disso, ele acha que o pleito não vai passar de dois candidatos.

Possíveis nomes

Além de Prata, outros nomes podem aparecer como opção em outubro para os cidadãos de Miranda, como os atuais vereadores Valter Ferreira (DEM) e Giorgio Cordella (Avante). Há também outros filiado do PSDB interessados.

“Meu sonho é ser prefeito. Já fui duas vezes candidato. Agora vamos ver o que o povo vai querer”, diz Gerson, acrescentando ainda que o período para tudo será muito rápido. Haverá apenas um mês para a campanha e tudo se dará pelo rádio. “Precisa ser alguém que o eleitorado já conhece, difícil um nome de fora”, conclui.

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