Deputado diz que não mudou voto e que votações analisaram coisas diferentes

Marçal também negou que tenha se pré-candidatado à prefeitura de Dourados

O deputado estadual Marçal Filho (PSDB) negou nesta quinta-feira (11) ao Jornal Midiamax que tenha mudado sua opinião e voto com relação ao projeto que reduz o salários dos professores contratados para 70% dos concursados, além de alongar o reajuste para os servidores da educação de 2022 para 2025.

Na quarta-feira (10) a questão foi aprovada em primeira votação, enquanto hoje, em segunda discussão, ela passou por 14 a 7. Além de Marçal, Antônio Vaz (PRB), Lucas de Lima (SD) e Onevan de Matos (PSDB) votaram contra a proposta depois de darem sinal positiva. Cabo Almi (PT), inicialmente contra, faltou hoje.

“Eu não mudei meu voto. Ontem nós votamos a admissibilidade do projeto, que passou por várias comissões, e eu fui favorável a isso. Já hoje votei contra ele porque não vou votar contra os professores, para prejudicá-los”, explica o parlamentar.

A reportagem tentou falar com outros parlamentares que votaram a favor do projeto em primeira análise e contra em segunda, mas não teve êxito até o fechamento do texto.

Pré-candidatura em Dourados

Além disso, o deputado negou que tenha se pré-candidatado à prefeitura de Dourados, assim como já aconteceu com os colegas de Assembleia Legislativa, os parlamentares Renato Câmara (MDB) e Barbosinha (DEM).

“Não me coloquei como pré-candidato em momento algum. Se falaram isso é por que apareci em pesquisas, mas particularmente não falei nada. Assumi esse mandato em fevereiro e estou focado nisso”, comenta Marçal.

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