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Após massacre, Rose Modesto acredita que armar a população não diminui a violência

Deputada cita feminicídio e discussão de trânsito que acabaram em tragédia

Deputada federal pelo PSDB, Rose Modesto acredita que o armamento da população não vai ocasionar em diminuição da violência, ao comentar o massacre em uma escola estadual de Suzano, em São Paulo, quando Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25, entraram nesta quarta-feira (13) armados para matar oito pessoas.

“Nós temos vários exemplos de casos envolvendo armas de fogo nas mãos do cidadão que acabaram em tragédia. São registros de violência doméstica que resultaram em feminicídio, discussão no trânsito que teve morte e hoje tivemos o caso na escola de Suzano”, disse. Outros deputados e senadores da bancada federal de MS estão divididos em relação ao assunto.

Massacre

A questão do porte de armas para a população voltou a ser discutida após Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25, entrarem armados em uma escola de Suzano, região metropolitana de São Paulo, e atirarem contra os alunos e funcionários do local. Ao todo, oito pessoas foram mortas e ao menos 15 ficaram feridas. Os dois atiradores se mataram quando a polícia chegou ao local.

Segundo a Polícia Civil, ambos planejaram o crime por um mais de um ano, apontam as investigações preliminares. Os dois pretendiam matar mais pessoas do que as 13 vítimas fatais do massacre de Columbine, ocorrido em 1999 nos Estados Unidos. Em abril, esse crime completará 20 anos.

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