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Líder de Marquinhos diz que esperava votos de Londres para vaga na ALMS

Chiquinho Telles afirma que 'onda Bolsonaro' também teve impacto negativo

Chiquinho Telles é o líder de Marquinhos Trad na Câmara de Campo Grande. (Foto: Izaias Medeiros)

Com 15.596 votos, o vereador Chiquinho Telles não conseguiu se eleger deputado estadual. Líder do prefeito Marquinhos Trad na Câmara de Campo Grande, o parlamentar diz que apostava em Londres Machado como puxador de votos, mas avalia que o PSD saiu vitorioso das eleições deste ano.

O partido terá Nelsinho Trad, no Senado; Fábio Trad, na Câmara dos Deputados; e Londres Machado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Além do próprio Chiquinho e o Enfermeiro Fritz na Câmara de Vereadores da Capital.

“Alguns candidatos da nossa coligação reconhecidamente campeões de votos foram aquém. O Londres estava com problema de saúde, mas conseguiu se reeleger. Mas a votação dele foi aquém. Acho que faltou dois mil votos para que pudéssemos assumir a cadeira lá”, disse Chiquinho ao Jornal Midiamax, na terça-feira (9). Restou a ele ser o primeiro suplente na Assembleia da legenda.

De acordo com o vereador pessedista, outro fator que levou ao seu número insuficiente de votos foi a “onda Bolsonaro”, que, por outro lado, beneficiou o colega Lucas de Lima (SD).

“Essa onda tirou o meu mandato”, disparou Telles. “Eu tô suplente do Londres, a terceira vaga era nossa. Mas não contava com o Contar. Tirou 80 mil votos quase e levou o Lucas, com 12 mil, e eu com 16 mil não consegui chegar”.

Candidato do PSL, Capitão Contar foi o campeão de votos na disputa por uma vaga no Legislativo estadual. O correligionário de Jair Bolsonaro conseguiu 78.390 votos exatamente.

“O Brasil é assim, onde o menos votado assume e quem consegue mais, às vezes, não consegue”, lamenta Chiquinho.

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