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‘É um absurdo’: Marun critica manutenção de prisões de Giroto e Puccinelli

Os dois alvos da Lama Asfáltica pedem celeridade para julgamento de habeas corpus

Foto: Vinicius Costa

Cumprindo agenda em Campo Grande nesta sexta-feira (23), o ministro da secretaria de Governo da Presidência, Carlos Marun, analisou como “absurda” continuidade da prisão preventiva de réus na Lama Asfáltica, como o ex-governador André Puccinelli (MDB) e o ex-secretário de Obras do Estado, Edson Giroto.

Nesta quinta-feira (22), Puccinelli e o filho solicitaram ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) prioridade no julgamento do habeas corpus, os dois estão presos desde 20 de julho. Giroto e mais quatro presos há quase sete meses também fizeram pedido de preferência em julgamento de liberdade que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal).

O ministro, que tem visitado o ex-governador na prisão, criticou a demora nos julgamentos. “Essa prisão preventiva interminável a que essas pessoas estão submetidas, no meu modo de ver, é absolutamente ilegal”, disse Marun.

Como fez em outras ocasiões, o ministro também criticou a prisão preventiva. “Prisão deve ser resultado de processos, tem que ser julgado e apresentar sua defesa seria o correto. Entendo que a prisão preventiva é um absurdo”, completa.

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