Notícias de Mato Grosso do Sul e Campo Grande

Câmara de Campo Grande devolve R$ 7 milhões para os cofres da Prefeitura

Valor é referente aos repasses do duodécimo. Executivo terá liberdade de como e onde utilizar o recurso

(Foto: Marcos Ermínio)

O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, João Rocha (PSDB), usou a tribuna, nesta quinta-feira (20), para divulgar um balanço dos trabalhos realizados pelos parlamentares, em 2018. O destaque ficou por conta do retorno de R$ 7 milhões aos cofres da Prefeitura, referentes aos repasses do duodécimo.

Ainda conforme o presidente, no ano passado o retorno foi de R$ 6 milhões. Além disso, os parlamentares decidiram que o dinheiro estornado será usado de forma independente pela prefeitura. Ou seja, o Executivo Municipal terá liberdade para onde aplicar e utilizar o recurso.

Alguns vereadores indicaram áreas onde o dinheiro poderia ser aplicado. Roberto Santana dos Santos, o Betinho (PRB), falou que a melhor forma de utilizar o montante seria com a instalação de ar-condicionado e na compra de novos colchões para os Ceinfs (Centro de Educação Infantil). Já Ademir Santana calculou que a verba poderia viabilizar o asfaltamento de 30 quadras e a construção de duas escolas.

Balanço

Vereadores fizeram 43 mil indicações para a Prefeitura, na quais foram em sua maioria: pedidos de recuperação de vias públicas, iluminação e limpezas de terrenos, parques e praças públicas. Esse montante equivale a 266% de sugestões a mais do que no primeiro ano da nova legislatura e 500%, em relação ao primeiro ano da anterior.

Foram realizadas 34 audiências públicas. Aprovação de 151 projetos de leis de vereadores e 80 por indicações do Executivo. Além disso, houve ainda 13 PLs para aumento salarial, incorporações e gratificações a servidores municipais.

A Câmara ainda realizou o 4º Concurso Público, transmissões ao vivo das sessões pelas redes sociais. Por fim, o parlamentar enfatizou o trabalho da Casa de Leis que impetrou um pedido ao MPE (Ministério Público Estadual de MS) para impedir a cobrança retroativa da Cosip (Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública). Segundo o presidente, a medida resultou em uma economia de R$ 40 milhões para os moradores de capital.

Você pode gostar também
Comentários
Carregando...