Distribuição de cargos federais em MS deve gerar confusão, diz senador

Delcídio acredita que confusão será ainda maior quando nomes forem anunciados

Lideranças do devem enfrentar nova polêmica nos próximos dias, com a discussão sobre a divisão de cargos do Governo Federal em Mato Grosso do Sul. O problema deve ser grande porque as principais lideranças, e (), não têm o mesmo pensamento.

não aceita distribuir cargos do para outros partidos. Ele entende que os cargos devem seguir a distribuição dos ministérios. A divisão aconteceria da seguinte maneira: se o Ministério da Saúde é comandado pelo , caberá ao partido a superintendência da Funasa no Estado.

A ideia de Zeca parece sensata, visto que a divisão já foi feita pela presidente. Mas, parece não agradar o senador . Indagado sobre esta divisão, o senador disse que não falaria sobre este assunto, mas balançou a cabeça, em sinal de desacordo, quando a reportagem falou da intenção de Zeca.

Após sinalizar que não concorda com a sugestão do colega, Delcídio foi indagado se esta distribuição deve provocar confusão e disse que o problema será maior depois: “A confusão vai acontecer depois das indicações”, disparou.  Ao prever a confusão Delcídio não deixou claro se ela acontecerá com os partidos aliados de Dilma, que também querem cargos, ou com as lideranças do próprio .

Na penúltima reunião com petistas Delcídio tinha defendido a divisão de cargos com aliados do partido em Mato Grosso do Sul, como PR e PDT, que estiveram com ele na eleição para o Governo do Estado, quando ele acabou sendo derrotado.  A última campanha não foi favorável a lideranças do , como Laerte Tetila e Antônio Carlos Biffi, que não conseguiram se reeleger. Eles são cotados para estes cargos federais. Entre os aliados, destaca-se Lauro Davi (PROS), que também não conseguiu a reeleição para deputado estadual. 

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