Seis acusados de matarem desafeto em tribunal do crime do PCC têm prisões mantidas

Vítima foi encontrada morta com tiros na cabeça

No início da semana, foi publicada decisão que manteve a prisão de seis réus, acusados da de Wilson dos Santos Alves, de 33 anos, crime cometido em Corúmbá, a 444 quilômetros de Campo Grande. Wilson foi morto em um do PCC (Primeiro Comando da Capital), por suspeita de integrar o .

A decisão é do juiz André Luiz Monteiro e foi publicada no Diário da Justiça desta sexta-feira (15). Na peça, o juiz nega pedido de liberdade e mantém a prisão de Douglas Penha Costa, Oilson da Silva Garcia Júnior, Peterson Cannhete Sena, Alexandre Ferreira, Rogério dos Santos Teixeira, Jonathan Pablo Atagiba da Costa e Kleverson Ruiz da Souza.

Segundo o magistrado, a decisão foi embasada na garantia de ordem pública e para assegurar a aplicação da lei penal. Permanecem a materialidade do crime e os indícios da autoria, bem como o fundamento referente à ordem pública. Além disso, não foram apresentados fatos novos que negassem que o grupo representa perigo, uma vez que os acusados têm envolvimento com facção criminosa e também pela gravidade do crime a eles imputado.

Tribunal do Crime do PCC

Conforme apontado na denúncia do (Ministério Público de ), no dia 27 de março de 2019, o grupo de nove homens matou Wilson dos Santos. Wilson foi morto com tiros na cabeça e na lombar. A princípio, os integrantes do PCC teriam identificado que ele fazia parte da facção rival,

Assim, durante o ‘julgamento’, parte do grupo mantinha contato com Kleverson por telefone, sendo ele o responsável por comandar as ações. Depois, o grupo levou a vítima até uma cantoneira. Após decidido o que seria feito com Wilson, o grupo o levou em um Siena até a estrada vicinal, onde ele teve pescoço e pés amarrados, sendo imobilizado.

Depois, o grupo atirou várias vezes, atingindo Wilson na cabeça e na região lombar. Wilson morreu no local e o corpo foi encontrado posteriormente. O grupo foi identificado e preso e também foram apreendidas armas e munições.

Seis acusados de matarem desafeto em tribunal do crime do PCC têm prisões mantidas
Mais notícias