Polícia

PF prende foragidos de operação contra traficantes de cocaína em Campo Grande

Nesta quinta-feira (4), dois foragidos da Operação Aversa foram presos em Campo Grande, por envolvimento com tráfico de drogas. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão nesta nova fase da ação, que identificou grupo criminoso que enviava cocaína de Mato Grosso do Sul até São Paulo. Conforme a Polícia Federal, foram cumpridos 3 mandados […]

Renata Portela Publicado em 04/03/2021, às 16h13 - Atualizado em 05/03/2021, às 09h16

Agentes da PF na primeira fase da operação (Divulgação)
Agentes da PF na primeira fase da operação (Divulgação) - Agentes da PF na primeira fase da operação (Divulgação)

Nesta quinta-feira (4), dois foragidos da Operação Aversa foram presos em Campo Grande, por envolvimento com tráfico de drogas. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão nesta nova fase da ação, que identificou grupo criminoso que enviava cocaína de Mato Grosso do Sul até São Paulo.

Conforme a Polícia Federal, foram cumpridos 3 mandados de busca e apreensão e 2 de prisão, contra alvos da operação que estavam foragidos. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal em Corumbá, cidade alvo da operação, de onde saíam os carregamentos de cocaína que eram levados para municípios no interior de São Paulo.

Todos os mandados da Operação Aversa II foram cumpridos em Campo Grande. Já na primeira fase, em 9 de novembro de 2020, foram cumpridas 13 prisões e 20 buscasem Corumbá, Campo Grande e também nas cidades paulistas de Guarulhos, Presidente Prudente, Martinópolis, Regente Feijó e Bauru.

As investigações revelaram uma sofisticada rede logística e de lavagem de dinheiro, que incluiu carretas construídas exclusivamente para transporte de drogas, além de estrutura de pagamentos de motoristas, auxiliares e fornecedores do entorpecente. Na fase sigilosa da ação, no fim de 2019, mais de meia tonelada de cocaína foi apreendida e dois motoristas foram presos.

Além disso, a Polícia Federal identificou valores superiores a R$ 24 milhões movimentados pelo grupo criminoso desde 2018. Na época a PF chegou a citar uma possível ligação dos criminosos com o PCC (Primeiro Comando da Capital).

Jornal Midiamax