Polícia

Ministra da Justiça confirma 7 mortes durante motim em presídio no Paraguai

Até o fim da manhã desta quarta-feira (17), foram contabilizadas 7 mortes no Presídio Nacional de Tacumbú, que fica em Assunção, capital do Paraguai. Os presos foram assassinados durante um motim que ocorreu na terça-feira (16), supostamente após a transferência de um integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital). Conforme a ministra da Justiça Cecilia […]

Renata Portela Publicado em 17/02/2021, às 13h37 - Atualizado às 18h30

Ministra confirmou que pode haver outras mortes (Foto: ABC Color)
Ministra confirmou que pode haver outras mortes (Foto: ABC Color) - Ministra confirmou que pode haver outras mortes (Foto: ABC Color)

Até o fim da manhã desta quarta-feira (17), foram contabilizadas 7 mortes no Presídio Nacional de Tacumbú, que fica em Assunção, capital do Paraguai. Os presos foram assassinados durante um motim que ocorreu na terça-feira (16), supostamente após a transferência de um integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital).

Conforme a ministra da Justiça Cecilia Pérez, foram 7 assassinados até o momento, mas o número de mortes ainda pode subir. Ela ainda lembrou que o fato ocorreu por conta da transferência de prisioneirosdaquela unidade e não por conflito entre o clã Rotela e o PCC.

Segundo o ABC Color, a ministra relatou que foi encontrado mais um morto nesta manhã, mas não pode excluir a existência de outros corpos no local, já que ainda são feitos procedimentos no presídio. Todos os pavilhões passam por verificação.

A lista divulgada aponta que os presos mortos e até o momento encontrados são Carlos Raúl Casco Rojas, de 25 anos, Fernando Ortiz Echeverría, 27 anos, Julio César González Cáceres, 40 anos, Julio César Shareamm Barrios, 31 anos, Roberto Ríos, 54 anos e Alcides Ramón González, de 26 anos.

Sobre o motim, a ministra afirmou que ocorreu por conta da transferência de presos, além de Orlando Efrén Benítez, apontado como integrante do PCC e um criminoso de alta periculosidade. Ele seria retirado da prisão por conta de uma tentativa de fuga, que acabou sendo descoberta e frustrada.

A princípio, a fuga ocorreria por meio de um túnel subterrâneo. O presídio já abrigou Jarvis Chimenes Pavão, que na época ocupava uma cela de luxo na unidade.

Jornal Midiamax