Polícia

Marcada 1º audiência de motorista de BMW que matou enfermeira em acidente

Deve acontecer no dia 29 de março deste ano, a audiência de Wilson Benevides de Souza, o motorista da BMW que matou em um acidente de trânsito a enfermeira Carla Jaqueline Miranda, que morreu na noite de 24 de janeiro de 2021, quando Wilson invadiu a contramão da via enquanto fugia da polícia e atingiu […]

Thatiana Melo Publicado em 11/03/2021, às 11h08

Carla morreu ao ser atingida pela BMW (Divulgação)
Carla morreu ao ser atingida pela BMW (Divulgação) - Carla morreu ao ser atingida pela BMW (Divulgação)

Deve acontecer no dia 29 de março deste ano, a audiência de Wilson Benevides de Souza, o motorista da BMW que matou em um acidente de trânsito a enfermeira Carla Jaqueline Miranda, que morreu na noite de 24 de janeiro de 2021, quando Wilson invadiu a contramão da via enquanto fugia da polícia e atingiu a motocicleta em que a vítima estava.

A audiência marcada para às 15h45 do dia 29 de março será a 1º do caso e por videoconferência. Wilson foi denunciado em fevereiro deste ano pela morte da enfermeira em um acidente de trânsito, no cruzamento da Avenida Prefeito Heráclito Diniz Figueiredo com a Rua Veridiana, no Residencial Estrela do Sul. Wilson estava acompanhado de amigos, e conduzia a BMW 320i.

Em fevereiro, O juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, recebeu a denúncia tornando réu o motorista da BMW que provocou o acidente.

O acidente aconteceu quando Wilson tentava fugir de uma blitz, que acontecia na avenida já que ele conduzia uma BMW bob – veículo com restrições de documentos. Ele, então, em alta velocidade invadiu a contramão e acabou batendo na motocicleta da enfermeira que voltava da casa de uma amiga.

Ele não tinha CNH, estava embriagado, em alta velocidade, na contramão, realizando ultrapassagem indevida e colocou em risco número indeterminado de pessoas. Com isso, qualificou o crime de homicídio por meio que possa resultar em perigo comum.

Também por estar em alta velocidade, violando o fluxo da via e atingindo a moto de Carla sem que ela pudesse escapar do acidente, foi incluída qualificadora de meio que dificultou a defesa da vítima. Além disso, como o motorista fugia da Polícia Militar no momento do acidente, por não ter CNH, a denúncia aponta que ele agiu com intenção de assegurar impunidade de outro crime. Com isso, o réu responde pelo homicídio com as três qualificadoras.

Jornal Midiamax