Polícia

Irmão de ‘braço direito’ de Jarvis Pavão é encontrado morto com tiros no rosto no Paraguai

Foi encontrado morto nesta sexta-feira (12) Luis Ricardo Ozuna López, de 26 anos, irmão do “Tanchi”, conhecido por ser o “homem forte” do narcotraficante Jarvis Pavão. O corpo estava no distrito de Yby Yaú, no Paraguai. Segundo o portal ABC Color, o corpo tinha ferimentos de arma de fogo no rosto e peito. As investigações […]

Danielle Errobidarte Publicado em 12/03/2021, às 17h13 - Atualizado em 13/03/2021, às 11h25

(Foto: Reprodução/ ABC Color)
(Foto: Reprodução/ ABC Color) - (Foto: Reprodução/ ABC Color)

Foi encontrado morto nesta sexta-feira (12) Luis Ricardo Ozuna López, de 26 anos, irmão do “Tanchi”, conhecido por ser o “homem forte” do narcotraficante Jarvis Pavão. O corpo estava no distrito de Yby Yaú, no Paraguai.

Segundo o portal ABC Color, o corpo tinha ferimentos de arma de fogo no rosto e peito. As investigações feitas pela Polícia Nacional do Paraguai vão apurar se Luis Ricardo foi morto no local – conhecido como Callejón 3 no bairro Sapucái – ou se foi apenas despejado.

Conhecido por ser o “homem forte” de Jarvis Pavão, Ever Alejandro Ozuna López foi preso em 17 de dezembro de 2020, na Operação Sapucái. Luis era irmão de Ever.

Guerra para o controle do tráfico na fronteira

Após a execução Jorge Raffat em junho de 2016 há uma disputa na fronteira do Estado pelo controle do narcotráfico. Na tentativa de ‘minar’ o terreno para Sérgio de Arruda Quintiliano, conhecido como ‘Minotauro’, que também havia entrado na disputa pelo narcotráfico na fronteira, Pavão se uniu a facção criminosas.

As facções criminosas PCC e CV (Comando Vermelho) se uniram na época ao também narcotraficante Jarvis Pavão para a execução de Raffat que foi assassinado com 16 tiros de fuzil e Mag antiaérea. Mas, após a morte de Raffat o grupo acabou brigando e terminando com a parceria.

Pavão

Pavão foi preso desde 2009 na penitenciária Tacumbu, em Assunção. Ele cumpria pena de oito anos por crimes de lavagem de dinheiro e porte ilegal de armas no Paraguai. No Brasil, ele foi condenado a cumprir pena de 17 anos e oito meses de reclusão pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

Jornal Midiamax