Polícia

Após prisão de “Samura”, empresária que agenciou Ronaldinho Gaúcho é a mais procurada na fronteira

Dalia Angélica López Troche patrocinou craque brasileiro, que após entrar com documento falso, acabou preso por quase 6 meses no Paraguai

Marcos Morandi Publicado em 05/04/2021, às 08h33

Ronaldinho foi recepcionado pela empresária, que agora é procurada pela polícia paraguaia
Ronaldinho foi recepcionado pela empresária, que agora é procurada pela polícia paraguaia - Arquivo/ABC Color

Depois da captura no Brasil do narcotraficante Jorge Teófilo Samudio González (48 anos), conhecido como “Samura”, um dos líderes do CV (Comando Vermelho) na fronteira de Mato Grosso do Sul, a empresária Dalia Angélica López Troche (50), ligada ao caso Ronaldinho, passa a ser a fugitiva mais procurada do Paraguai.

Dalia López tem mandados de prisão internacional decretados desde março do ano passado. Ela é processada pela Justiça do Paraguai por mediação na produção e uso de documentos públicos de falso conteúdo e associação criminosa.

A empresária Dalia Angélica López Troche patrocinou a vinda do craque brasileiro ao Paraguai supostamente apenas para realizar atividades beneficentes para a Angelic Fraternity Foundation e lançar seu livro, além de abrir um cassino.

Ranaldinho Gaúcho e o irmão Roberto de Assis ficaram presos no Paraguai por cinco meses e 20 dias. Durante esse tempo eles permaneceram detidos em um presídio de segurança máxima em Assunção durante um mês.

Depois, a dupla ganhou o direito de regime domiciliar e foi para um hotel quatro estrelas na capital paraguaia. Eles foram soltos no dia 21 de agosto do ano passado, após acordo na Justiça e pagamento de mais de R$ 1 milhão.

Jornal Midiamax