Polícia

Após manter em cárcere, estuprar e agredir jovem, dupla pede por absolvição na Justiça

Foi negada por maioria dos magistrados da Vara Criminal de Aquidauana a 138 quilômetros de Campo Grande, nesta sexta-feira (12) o pedido da defesa dos acusados pelo estupro de uma jovem de 22 anos, que aconteceu em junho de 2019, quando ela foi mantida em cárcere pelos autores. Dois dos acusados pediram pela absolvição pelo […]

Thatiana Melo Publicado em 12/03/2021, às 12h03

(Ilustrativa)
(Ilustrativa) - (Ilustrativa)

Foi negada por maioria dos magistrados da Vara Criminal de Aquidauana a 138 quilômetros de Campo Grande, nesta sexta-feira (12) o pedido da defesa dos acusados pelo estupro de uma jovem de 22 anos, que aconteceu em junho de 2019, quando ela foi mantida em cárcere pelos autores.

Dois dos acusados pediram pela absolvição pelo crime de estupro e afastamento de indenização fixada para a vítima, no valor de R$ 8 mil. O pedido da defesa era para a desclassificação do crime, que foi negada pela maioria dos votos dos magistrados.

A jovem foi mantida em cárcere e estuprada, na noite do dia 9 de junho de 2019, quando restou apurado que a vítima ingeria bebidas alcoólicas junto com os denunciados. Passados alguns minutos, a vítima convidou seu irmão para ir até o local. Então, ele e seu amigo foram até o local. Por motivos incertos, os denunciados tentaram agredir o amigo, que correu e deixou o local.

Em seguida, os denunciados foram na direção do irmão para agredi-lo, tendo a vítima entrado na frente para protegê-lo, ocasião em que um dos autores desferiu um tapa em seu rosto. Nesse momento uma testemunha chegou no local. O irmão foi embora e acionou a Polícia Militar.

Em ato contínuo, o denunciado pegou o celular da vítima e o colocou no bolso, para não deixá-la ir embora e começou a dizer: “não quero que você vá embora, fica?”. A vítima chorando tentou deixar o local, mas o denunciado não permitiu, a levou para dentro da casa e a forçou a ter com ele conjunção carnal.

Além disso, o réu agrediu a vítima com vários tapas no rosto, dizendo que bateria nela até que parasse de chorar e gritar. Após a relação sexual consumada, ele a levou para o lado de fora do imóvel e os outros denunciados começaram a apalpá-la, tocando com as mãos em suas nádegas. Passados alguns minutos, a Polícia Militar chegou no local e o denunciado e acabou na detenção dos homens.

Eles foram condenados, sendo um a 7 anos de reclusão, e os outros dois a 1 ano de reclusão. Umm dos denunciados foi ainda condenado a pagar uma indenização de R$ 6 mil e os outros dois a R$ 1 mil cada um.

Jornal Midiamax