Polícia

Antes de pagar dívida, ex-vendedor de loja faz funcionário refém com arma falsa

Cliente, e também ex-funcionário, de uma loja de roupas no Centro da Capital fez um vendedor refém na tarde desta sexta-feira (26). Ele utilizou uma arma falsa para mantê-lo refém, e fez o pagamento de dívida no valor de R$ 500. Ao ser localizado, o autor disse que a intenção era coagir colega. Conforme informações […]

Danielle Errobidarte Publicado em 26/03/2021, às 18h05

Homem foi preso com simulacro. (Foto: Ilustrativa)
Homem foi preso com simulacro. (Foto: Ilustrativa) - Homem foi preso com simulacro. (Foto: Ilustrativa)

Cliente, e também ex-funcionário, de uma loja de roupas no Centro da Capital fez um vendedor refém na tarde desta sexta-feira (26). Ele utilizou uma arma falsa para mantê-lo refém, e fez o pagamento de dívida no valor de R$ 500. Ao ser localizado, o autor disse que a intenção era coagir colega.

Conforme informações do boletim de ocorrência, funcionários que estavam no escritório da loja conseguiram acionar a PM (Polícia Militar) ao verem o vendedor ser feito de refém. Ao chegarem no local, os policiais não encontraram mais o suspeito.

O homem teria chegado em uma Renault Duster – acompanhado do pai e do filho, que ficaram no veículo – e rendeu um funcionário, tirando um revólver falso da pochete que utilizava.

O vendedor explicou que fez uma venda, no valor de R$ 1500, mas que o cliente pagou apenas R$ 1000. Os R$ 500 restantes foram cobrados por ele através de mensagem de texto. O suspeito disse, então, que iria pessoalmente na loja para acertar o débito.

Chegando ao estabelecimento, o rapaz teria perguntado “quando eu comprei as roupas, eu queria compras? (sic), momento em que a vítima teria respondido que “não”. Na sequência, o cliente já teria feito ameaças dizendo “quem é o cara que me mandou mensagem? Eu vou matar”.Então, ele teria feito o vendedor pegar a máquina de cartão, pagado a dívida e saído sem falar nada.

O autor só foi localizado, horas depois, ao chegar na sua residência, e abordado logo na entrada do condomínio onde mora. Ele ainda teria dito aos policiais que tinha a intenção de coagir o vendedor pois este teria ameaçado colocar seu nome em rede social. Ele foi encaminhado para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro.

Jornal Midiamax