Polícia

Visitas em presídios do Estado continuam suspensas no combate ao coronavirus

A Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) prorrogou a suspensão das visitas nos presídios de Mato Grosso do Sul até o dia 22 de maio. A primeira suspensão era até o dia 7 de maio, mas para evitar aglomerações, a agência decidiu nesta sexta-feira (8) estender a prorrogação. A medida segue uma orientação […]

Thatiana Melo Publicado em 09/05/2020, às 09h30

Visitas estão suspensas até o dia 22 de maio (Divulgação Agepen)
Visitas estão suspensas até o dia 22 de maio (Divulgação Agepen) - Visitas estão suspensas até o dia 22 de maio (Divulgação Agepen)

A Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) prorrogou a suspensão das visitas nos presídios de Mato Grosso do Sul até o dia 22 de maio. A primeira suspensão era até o dia 7 de maio, mas para evitar aglomerações, a agência decidiu nesta sexta-feira (8) estender a prorrogação.

A medida segue uma orientação nacional e que vem sendo aplicada em outros estados brasileiros atendendo as diretrizes do Ministério da Saúde, do Depen (Departamento Penitenciário Nacional) e a recomendação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Mas, em abril a agência implantou as visitas virtuais utilizando a tecnologia de videochamadas.

O procedimento é uma opção aos detentos podendo, assim, manter o contato com familiares nesse período de isolamento social. A ferramenta também já vem sendo utilizada em outros Estados e visa evitar a entrada de muitas pessoas dentro das unidades prisionais. No Complexo Penitenciário de Campo Grande, no Jardim Noroeste, a média de visitas fica em mais de 1,7 mil visitantes por final de semana.

Também continuam suspensas os eventos sociais, palestras, projetos, atividades escolares, bem como grupos e projetos educacionais dentro dos estabelecimentos penais; além da assistência religiosa e ações das instituições cadastradas, assim como os setores de trabalho das unidades, exceto as atividades consideradas essenciais, determinadas pela direção de cada presídio. As escoltas continuam sendo realizadas apenas em casos emergenciais de saúde ou com audiência marcada.

Jornal Midiamax