Suspeitos de execução na fronteira ‘ostentavam PCC’ com dinheiro do crime

Polícia crê que facção esteja, de fato, por trás do atentado

Autoridades paraguaias acreditam que a facção criminosa brasileira (Primeiro Comando da Capital) esteja por trás do atentado ocorrido na sexta-feira passada, em , município localizado na fronteira com Ponta Porã, a 346 quilômetros de Campo Grande. Na ocasião, Fredy Echague Bordon, de 23 anos, foi executado dentro de uma caminhonete.

No celular de um dos pistoleiros presos há vídeo em que os suspeitos ostentam a sigla do com cédulas de dólares e guaranis, dinheiro oriundo do crime organizado. De acordo com o jornal ABC Color, o comissário Feliciano Martinez, chefe de investigações do Estado de Amambay, cuja capital é , foram presas três pessoas.

São elas Pedro Andrés Rotela, Richard Domingo Campuzano e Alex Rodrigo Ferreira Moreira, que cumpria prisão domiciliar por tráfico de cocaína. O comissão destacou ainda que a vítima tinha contra si ordem de prisão por furto qualificado e falsificação de documentos.

Além de Freddy, uma menina de seis anos que brincava na varanda de caso a cerca de 100 metros do local do ataque foi atingida por balas perdidas no nariz e na mão. Uma mulher que em um veículo pelas proximidades também foi atingida. A criança está em estado grave e respira por aparelhos. A motivação do atentado ainda não foi revelada.

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