Presos em avião com cocaína após perseguição da FAB serão interrogados em dezembro

Aeronave transportava mais de 500 quilos de droga

Está agendado para o dia 7 de dezembro, às 13h30 de o interrogatório de Júlio Cesar Lima Benitez e Nélio Alves de Oliveira. Copiloto e piloto foram presos em flagrante no dia 2 de agosto, após tentarem fugir de aeronaves da (Força Aérea Brasileira).

Além dos réus, serão ouvidas testemunhas, como policiais militares que atuaram na ação. Atualmente, Júlio e Nélio estão detidos no (Presídio Estadual de Dourados) e devem participar da sessão por meio de videoconferência. Eles são acusados de tráfico de drogas.

Perseguição e prisão

Na manhã daquele dia 2, a interceptou, em operações simultâneas, duas aeronaves classificadas como suspeitas. Conforme as informações de inteligência da , os aviões poderiam estar associados ao tráfico de entorpecentes.

As ações envolveram quatro caças A-29 Super Tucano da e um E-99, além de todo o Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro. Na primeira ação, uma aeronave monomotor, modelo EMB-720 Minuano, foi interceptada a nordeste de Campo Grande. O monomotor foi abordado por um A-29 e passou pelos procedimentos de averiguação.

A aeronave foi escoltada até o pouso obrigatório em Rondonópolis (), onde a PF assumiu as ações. O piloto foi preso em flagrante e 487 quilos de cocaína foram apreendidos. Na segunda ação, um bimotor B-58 Baron foi interceptado a sudoeste de Campo Grande, sendo orientado a pousar em Três Lagoas.

O avião, pilotado por Nélio e Júlio, não cumpriu as determinações dos órgãos de Defesa Aérea e evadiu-se. O piloto acabou realizando pouso forçado em campo não preparado, em Ivinhema, com cerca de 518 kg de cocaína a bordo. Eles acabaram detidos em terra por militares de Nova Andradina.

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