Presidente do Paraguai vai a local de confronto que deixou 3 mortos entre militares e guerrilheiros

Mortos já teriam sido identificados

O presidente do , Mário Abdo Benitez, foi neste sábado (21) até o local de confronto entre militares do Codi (Comando de Operações de Defesa Interna) e guerrilheiros, que deixou três mortos nesta sexta-feira (20), nos departamentos de Amambay e Concepición a aproximadamente 50 quilômetros de , cidade a vizinha a sul-mato-grossense Ponta Porã, na fronteira entre Brasil e .

Abdo usou a sua conta no Twitter para falar sobre o confronto e relatar sobre os três mortos, que já teriam sido identificados como Lúcio Silva, Esteban Marín Lopez e um dos dois irmãos Arguelho que ainda estavam vivos, segundo o site ABC Color.

 

O Ministro do Interior, Euclides Acevedo, disse que uma coletiva será feita ainda neste sábado (21) para repassar informações para a imprensa confirmando os nomes dos mortos.

O enfrentamento teria ocorrido em Cerro Guasu, próximo a cidade de Yby Yau, no sentido a , publicou o site ABC Color. De acordo com o FTC (Força-Tarefa Conjunta), pertencente ao CODI, o local é onde se localizam integrantes do EPP. O local fica a 29 quilômetros onde duas meninas, de 11 e 12 anos, filhas de integrantes do EPP, morreram em um confronto.  Após este ocorrido, Exército do Povo o é apontado pela justiça a como responsável pelo sequestro do ex-vice-presidente do País, Óscar Denis, que ainda não foi localizado.

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Guerrilha

O Exército do Povo o é um movimento de guerrilha que age nas comunidades rurais do interior daquele país invadindo propriedades rurais e que atua em defesa da . O grupo pede reformas sociais urgentes e a saída dos estrangeiros que possuem empresas e fazendas no .

Desde de meados dos anos 2000 a ação do grupo vem aumentado e as incursões do grupo já deixou diversas baixas entre policiais, homens do exército, civis e membros da guerrilha. É comum ataques a propriedades rurais a violência dos ataques chega a s de fazendeiros e trabalhadores rurais e até morte de pessoas como forma de intimidar o Estado.

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