Policial militar vira réu por deixar posto de serviço para participar de ‘festinha’

Ele deve passar por audiência no dia 20

Na última semana, o policial militar Nilson Fernandes Sena Junior, ex-comandante do batalhão de Anaurilândia, se tornou no processo instaurado após a prisão em flagrante. O militar foi preso em 27 de junho participando de uma festa em Bataguassu, a 335 quilômetros de Campo Grande, no horário de serviço.

Após a decisão do juiz, foi agendada para o dia 20 de julho a audiência do militar, que atualmente está detido no Presídio Militar Estadual em Campo Grande. Ainda no mesmo dia em que se tornou , o policial também teve o pedido de habeas corpus negado pelo juiz.

Relembre o caso

foi chamada por volta das 18h30 para ir até a chácara onde acontecia a festa com aglomeração. Assim que chegou, a equipe ficou com a viatura desligada do lado de fora, até constatar que acontecia a festa no local.

Quando identificaram o , ligaram o giroflex e foram até a frente do portão. Em seguida, o tenente apareceu e começou a falar com os policiais, dizendo que aquilo não configurava aglomeração de pessoas. Ele ainda começou a discutir com os policiais que atendiam à ocorrência e acabou preso em flagrante.

Na , o juiz manteve a prisão do . Assim, o policial permaneceu detido e foi enquadrado em quatro crimes, sendo eles de opor-se à execução de ato legal, mediante ameaça ou violência ao executor, ou a quem esteja prestando auxílio, também de deixar o militar de desempenhar a missão que lhe foi concedida. Ainda embriagar-se o militar quando em serviço ou apresentar-se embriagado para prestá-lo.

Além dos crimes do Código Penal Militar, também responderá por infringir determinação do poder público, destinada a impedir a introdução ou propagação de doença contagiosa.

Policial militar vira réu por deixar posto de serviço para participar de ‘festinha’
Mais notícias