Polícia destrói laboratório que processava maconha congelada na fronteira

Técnica usada pelos traficantes melhora a qualidade e aumenta o preço da droga

Agente da (Secretaria Nacional Antidrogas), destruíram um laboratório de processamento de congelada, do tipo marroquino,  nesta quinta-feira (23), no distrito de Karapã’i, no Departamento de Amambay. Técnica usada na fabricação melhora a qualidade e e aumenta o preço.

Durante diligência a um estabelecimento rural no Departamento de Amambay, os agentes da encontraram 119 quilos de prensada, 2.400 quilos de grama triturada, 119 quilos de prensada, três quilos com 600 gramas de tipo Marroquino e 25 quilos de semente de droga.

A polícia também destruiu um hectare da plantação de ervas e apreendeu um carro. No local também foram  localizados cinco freezers de duas portas. Bem como sete piões do tipo misturador usados ​​ para agitar a droga.

Foi encontrado um industrial com gelo em barra para congelar a maconha para maior concentração. Na operação, Marciano Silva Mallorquín, 43, e Rodrigo Aquino Amarilla, 30, foram presos.

O promotor Jorge Encina, da Unidade Especializada em Luta Contra o Tráfico de Drogas , informou ao última Hora,  que foram encontradas ferramentas usadas no processamento de drogas e que “todos os dias se deparam com novos sistemas como uma nova forma de processamento”.

Ele explicou que os traficantes de drogas optam por congelar a planta para preservar a substância por muito mais tempo, o que consequentemente aumenta seu valor.

 

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