Após carro ser alvejado, Polícia Federal investiga suposto atentado contra Trutis

Foram cerca de cinco disparos contra o carro do deputado

A Polícia Federal instaurou um inquérito para apurar o atentado ocorrido na manhã deste domingo (16), contra o deputado federal Loester Trutis (PSL), quando seu carro foi alvejado por tiros, na saída para Sidrolândia. O parlamentar prestou informações na sede da PF ainda pela manhã.

Segundo a nota da Polícia Federal, todas as medidas em relação ao caso foram tomadas e um inquérito policial foi instaurado para investigar o fato. Não se sabe se a arma usada pelo deputado para revidar o ataque teria sido apreendida pela polícia.

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em nota repudiou o atentado afirmando ser um atentado não só contra a democracia como também contra o Estado democrático de direito.

O atentado aconteceu por volta 5h30 da manhã deste domingo (16), quando um veículo emparelhou ao lado do carro do deputado e efetuou os disparos, um total de cinco. Ninguém ficou ferido.

O Bope (Batalhão de Operações Especiais) foi até o local. O deputado foi até a Polícia Federal prestar depoimento. Ainda não se sabe a motivação para o ataque, e nem a identificação dos autores. Em postagem nas redes sociais, o deputado afirmou que conseguiu “revidar o ataque”, mas não há detalhes de que forma ocorreu o revide.

O deputado participava neste fim de semana, com sua equipe, de eventos de conversa com moradores em cidades do Estado. Na noite deste sábado (15), Trutis estava em Nova Alvorada do Sul e cumpriria agenda em Sidrolândia, neste domingo (16). O evento foi cancelado.

Confira a nota na íntegra da OAB

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), repudia com veemência, o atentado contra o Deputado Federal Loester Trutis, ocorrido neste domingo (16).

O carro em que estava o Deputado e sua equipe teria sido alvejado com cinco disparos de arma de fogo em rodovia que liga Campo Grande a Sidrolândia. Felizmente, os integrantes do veículo não ficaram feridos.

Para a Ordem, é um atentado não apenas contra o Poder Legislativo, mas contra a democracia e contra o Estado Democrático de Direito.

A OAB/MS acompanha a apuração dos fatos e cobrará uma investigação rigorosa.