Omertà: preso na Cidade Morena assumiu ‘negócios’ de funcionário de empresário

Um carro e uma moto de luxo foram encontradas no local

Preso em casa na Cidade Morena, em Campo Grande, durante a deflagração da segunda fase da , teria assumido a ‘correria’ de Euzebio de Jesus Araújo, um dos funcionários de Jamil Name, que também foi preso na primeira fase da operação, em setembro de 2019.

Na casa do rapaz, os policiais foram cumprir mandados de busca e apreensão, mas ele acabou preso depois de munições irregulares serem encontradas na residência. No local também foram encontrados um carro e uma motocicleta de luxo.

O preso foi identificado como Lucas, e faria cobranças de agiotagem para Euzebio, antes de sua prisão, sendo que depois da primeira fase da Omertà teria assumido os ‘negócios’.

São 18 mandados cumpridos nesta segunda fase, em Sidrolândia, Campo Grande, Aquidauana e Rio Negro. Participam da operação Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assalto e Sequestros), Bope (Batalhão de Operações Especiais) e equipes do Batalhão de Choque.

Os mandados são contra suspeitos de ameaçar testemunhas. Propriedades rurais, escritórios e residências são alvos da operação. A segunda fase da operação foi deflagrada depois da descoberta de suposto plano para atentar contra a vida de autoridades envolvidas na investigação do caso, entre elas um promotor de Justiça do MP-MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul) que integra o Gaeco.

Euzébio conhecido como ‘Nego Bel’ foi transferido para o Presídio Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, depois de ser flagrado com um celular negociando um fuzil de dentro da PED (Presídio Estadual de Dourados).

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