Justiça nega liberdade ao ‘Galã do PCC’ após defesa alegar bronquite

Galã foi condenado a 19 anos de prisão

Foi negado pela A 3ª Vara da Justiça Federal de Campo Grande a revogação da prisão preventiva do traficante internacional Elton Leonel Rumich da Silva, conhecido como Galã do (Primeiro Comando da Capital). Ele está preso no Presídio Federal e cumpre pena de 19 anos.

O pedido de revogação foi feito pela defesa que alegou que Galã tem bronquite crônica, usando medicamento de uso contínuo, além de ter bons antecedentes, residência fixa e ocupação lícita. Mas, na negativa da revogação da prisão foi apresentado que não há provas que Elton faça parte do grupo de alto risco.

Sobre Galã ter bronquite,  “Malgrado o requerente alegue ser portador de bronquite crônica, não há nos autos demonstrativos de que ele esteja em situação de vulnerabilidade tampouco que a sua saúde se encontra em perigo”, argumenta a decisão que mantém Galã na prisão, que ainda traz a condenação por tráfico de drogas, e uso de documentos falsos contradizendo as alegações da defasa de bons antecedentes criminais.

Galant está preso no Presídio Federal de Campo Grande. Ele é réu por usar contas bancárias abertas em nome de “laranjas” para lavar dinheiro do crime. Elton é apontado como líder do (Primeiro Comando da Capital), na fronteira.

Envolvimento com grupo terrorista

Elton também teria envolvimento com o grupo terrorista libanês Hezbollah. Em uma listagem de nomes de pessoas que realizaram transações financeiras com ele, foram encontrados mais de 30 mil nomes, revelando uma larga rede. Entre elas, supostos terroristas investigados na lavagem de dinheiro do tráfico na Tríplice entre Brasil, Argentina e . “Os nomes desses terroristas foram citados, pela primeira vez, em um relatório do Departamento do Tesouro Americano, de 2006”, apurou o site O Dia junto a um agente do DEA, agência norte-americana de combate ao narcotráfico.

Execução de Rafaat

Galan também é acusado de ter participado da morte do narcotraficante Jorge Rafaat Toumani. Segundo informações, com a morte de Rafaat, o objetivo era assumir os negócios com o fornecimento de drogas na fronteira do Brasil com o .

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