Guardas presos na Operação Omertà são demitidos

Decisão foi publicada no Diogrande

Três guardas presos na Omertà, desencadeada em setembro de 2019 – que prendeu empresários e integrantes da Segurança Pública de Mato Grosso do Sul -, foram demitidos da GCM (Guarda Civil Metropolitana). A decisão foi publicada no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) nesta quarta-feira (29).

Os guardas que atuavam em Campo Grande, Igor Cunha de Souza, Alcinei Arantes da Silva e Rafael Carmo Peixoto Ribeiro foram presos acusados de integrarem uma organização criminosa voltada à prática dos s de milícia armada, porte ilegal de armas de fogo de uso restrito, homicídio, corrupção ativa e passiva, entre outros s.

As investigações foram conduzidas pelo (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Organizado) em abril do ano passado, com o objetivo de apoiar as investigações dos homicídios de Ilson Martins Figueiredo, Orlando da Silva Fernandes e Matheus Coutinho Xavier, conduzidas pelo (Delegacia de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros).

Em janeiro deste ano, o juiz Mário José Esbalqueiro Júnior deferiu o pedido da defesa dos guardas municipais, para que ocupem cela especial, com ‘segurança reforçada’. A defesa alegou que os guardas corriam risco de morte, já que estavam detidos juntos de presos ‘comuns’ na penitenciária.

Os guardas ocupavam celas nos estabelecimentos penais de Dourados e Naviraí para onde foram transferidos no dia 21 de dezembro de 2019. O juiz pediu que seja comunicado a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul), para que a segurança seja ‘reforçada’, nas celas que serão ocupadas pelos guardas.

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