De três presos por matarem jovem em tribunal do crime do PCC em julho, dois já foram soltos

Vítima foi encontrada morta em 10 de julho

Dois dos três presos acusados da morte de Vinícius de Souza e Silva, de 21 anos, dois já estão em liberdade. Conforme as investigações, a vítima foi morta em um do (Primeiro Comando da Capital) e o corpo encontrado em 10 de julho, em uma área de mata no Jardim Rancho Alegre.

O crime teria acontecido em uma casa no Tijuca. Após as investigações da , Willian da Silva Rampagni de Moraes, o ‘Lacoste’, de 18 anos e Josiel Carneiro de Souza, de 28 anos, acabaram presos. Eles foram localizados por equipe do e detidos poucos dias depois mediante cumprimento de mandado.

Já o terceiro envolvido, Felipe Gregório Mendonça de Souza, foi detido em 18 de setembro. No entanto, conforme trecho dos autos divulgado no Diário da Justiça, Willian foi posto em liberdade na última segunda-feira, dia 9 de novembro. Já Felipe foi solto em 6 de outubro.

Também há a informação de que Josiel foi preso novamente em 6 de novembro, dando a entender que ele esteve solto após a prisão em julho. Como o prazo da prisão temporária ainda não venceu, ele permanece detido.

O processo corre em sigilo, por isso não há outras informações sobre o motivo dos suspeitos de participarem do homicídio terem a liberdade concedida.

Tribunal do crime

Vinicius desapareceu no dia 5 de julho e, segundo relato de Willian e Josiel, foi levado até uma residência na rua Diogo Alvares, Tijuca. Lá aconteceu o julgamento no tribunal do crime. Depois, Vinicius foi morto com vários golpes de faca a mando de internos do sistema prisional.

Após a morte, Willian e Josiel colocaram o corpo da vítima em um veículo e levaram até o local onde foi encontrado, uma área de mata. O corpo de Vinicius foi encontrado no dia 10 de julho, com os pés e mãos amarrados.

Conforme a perícia, o corpo já estaria no local entre 3 a 7 dias, o que leva a crer que o rapaz foi morto no dia do desaparecimento. O corpo foi localizado perto de uma trilha, por populares que acionaram a . Além dos pés e mãos que estavam amarrados, o corpo tinha seis perfurações.

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