Crianças de 8 e 10 anos batem no pai para salvar mãe de espancamento em Campo Grande

Homem invadiu casa pulando o muro e passou a espancar a ex na frente dos filhos

Mesmo com medidas protetivas e cinco boletins de ocorrências registrados contra o de 34 anos, uma mulher de 39 anos não conseguiu escapar de ser agredida pelo homem, que invadiu sua casa no Portal Caiobá, em Campo Grande, na noite desta terça-feira (27).

Ela contou na (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), que por volta das 23 horas desta terça (27), o autor pulou os muros da casa e invadiu. Ele passou a espancar a vítima com socos no rosto, chutes e tentou esganá-la. A sessão de espancamento aconteceu na frente dos filhos de 8 e 10 anos.

As crianças vendo a mãe ser espancada pelo pai passaram a bater nele para tentar defender a vítima, que conseguiu fugir para pedir ajuda. Quando a polícia foi até a casa da mulher, o autor já tinha ido embora. A mulher pediu por alojamento temporário com medo do autor, com quem foi casada por 12 anos e estás separada há 1 mês.

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Em Campo Grande, a Casa da Mulher Brasileira está localizada na Rua Brasília, s/n, no Jardim Imá, 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana, para que as mulheres vítimas de violência não fiquem sozinhas, mesmo em tempos de pandemia.

Funcionam na Casa da Mulher Brasileira uma Delegacia Especializada; a Defensoria Pública; o Ministério Público; a Vara Judicial de Medidas Protetivas; atendimento social e psicológico; alojamento; espaço de cuidado das crianças – brinquedoteca; Patrulha Maria da Penha e Guarda Municipal. É possível ligar para 153.

Existem ainda dois números para contato: 180, que garante o anonimato de quem liga, e o 190. Importante lembrar que a Central de Atendimento à Mulher – 180 -, é um canal de atendimento telefônico, com foco no acolhimento, na orientação e no encaminhamento para os diversos serviços da rede de enfrentamento à violência contra as mulheres em todo o Brasil, mas não serve para emergências.

As ligações para o número 180 podem ser feitas por telefone móvel ou fixo, particular ou público. O serviço funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive durante os finais de semana e feriados, já que a violência contra a mulher no Brasil é um problema sério no país.

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